Fundo europeu para a água
A Comissão Europeia propôs na passada semana a criação de um fundo comunitário para ajudar as populações de 77 países ACP – Ásia, Caraíbas e Pacífico, a aceder à água potável em condições de higiene satisfatórias.
A proposta insere-se na Iniciativa Europeia lançada durante a Cimeira mundial para o desenvolvimento sustentável, que decorreu em Joanesburgo em Setembro de 2002, onde foi confirmado o objectivo de reduzir, até 2015, para metade o número de pessoas que no mundo não têm acesso a água potável e a condições de higiene mínimas.
O fundo destina-se, por um lado, a promover iniciativas, centralizar e fornecer informações e reforçar a capacidade de investigação e gestão nos países ACP, por outro a financiar a realização de projectos de distribuição de água.
Os Estados membros deverão agora pronunciar-se sobre a proposta que avança com uma dotação de mil milhões de euros.
Estima-se que mais de 1100 milhões de pessoas não tenham acesso a água potável e que cerca de 2,4 mil milhões vivam em condições de insalubridade. Em África, quase 40 por cento da população está privada de água potável e de condições de higiene mínimas.
Para se alcançar o objectivo traçado em Joanesburgo, em termos de abastecimento de água, bastaria à comunidade internacional mobiliar perto de 10 mil milhões de euros, enquanto para construção de infra-estruturas de saneamento seriam necessários cerca de 27 mil milhões de euros.
A proposta insere-se na Iniciativa Europeia lançada durante a Cimeira mundial para o desenvolvimento sustentável, que decorreu em Joanesburgo em Setembro de 2002, onde foi confirmado o objectivo de reduzir, até 2015, para metade o número de pessoas que no mundo não têm acesso a água potável e a condições de higiene mínimas.
O fundo destina-se, por um lado, a promover iniciativas, centralizar e fornecer informações e reforçar a capacidade de investigação e gestão nos países ACP, por outro a financiar a realização de projectos de distribuição de água.
Os Estados membros deverão agora pronunciar-se sobre a proposta que avança com uma dotação de mil milhões de euros.
Estima-se que mais de 1100 milhões de pessoas não tenham acesso a água potável e que cerca de 2,4 mil milhões vivam em condições de insalubridade. Em África, quase 40 por cento da população está privada de água potável e de condições de higiene mínimas.
Para se alcançar o objectivo traçado em Joanesburgo, em termos de abastecimento de água, bastaria à comunidade internacional mobiliar perto de 10 mil milhões de euros, enquanto para construção de infra-estruturas de saneamento seriam necessários cerca de 27 mil milhões de euros.