Emprego cresce na China
Nos primeiros quatro meses de 2004, a China criou 3,6 milhões de novos postos de trabalho, o que representa 40 por cento do objectivo de criar anualmente 8 milhões de empregos.
Segundo Zhang Xiaojian, vice-ministro de Emprego, a China necessita de registar um crescimento económico de 7 por cento ao ano durante o Décimo Plano Quinquenal (2001-2005) para poder cumprir a meta de 40 milhões de novos postos de trabalho.
As autoridades chinesas consideram que o sector privado, sobretudo as pequenas e médias empresas, têm um importante papel a desempenhar neste domínio, em particular no respeitante ao sector de serviços.
De acordo com dados do Ministério de Emprego e Previdência Social, em 2003 foram criados 6,92 milhões de novos postos de trabalho, tendo o maior crescimento sido no sector privado. Em termos globais, o número de postos de trabalho ascendeu no ano passado a 744,32 milhões, situando-se cerca de metade na agricultura, 21,6 por cento na indústria e 218 milhões no sector dos serviços. O maior número de novos postos de trabalho concentrou-se nas zonas urbanas, onde em 2003 se registavam 256 milhões de empregos, mais 8,59 por cento do que no ano anterior.
Apesar dos bons resultados alcançadas, a dificuldade em arranjar emprego ameaça já os próprios recém-licenciados - um fenómeno novo no país -, enquanto no sector agrícola cerca de 150 milhões de trabalhadores são considerados «excedentários».
Segundo Zhang Xiaojian, vice-ministro de Emprego, a China necessita de registar um crescimento económico de 7 por cento ao ano durante o Décimo Plano Quinquenal (2001-2005) para poder cumprir a meta de 40 milhões de novos postos de trabalho.
As autoridades chinesas consideram que o sector privado, sobretudo as pequenas e médias empresas, têm um importante papel a desempenhar neste domínio, em particular no respeitante ao sector de serviços.
De acordo com dados do Ministério de Emprego e Previdência Social, em 2003 foram criados 6,92 milhões de novos postos de trabalho, tendo o maior crescimento sido no sector privado. Em termos globais, o número de postos de trabalho ascendeu no ano passado a 744,32 milhões, situando-se cerca de metade na agricultura, 21,6 por cento na indústria e 218 milhões no sector dos serviços. O maior número de novos postos de trabalho concentrou-se nas zonas urbanas, onde em 2003 se registavam 256 milhões de empregos, mais 8,59 por cento do que no ano anterior.
Apesar dos bons resultados alcançadas, a dificuldade em arranjar emprego ameaça já os próprios recém-licenciados - um fenómeno novo no país -, enquanto no sector agrícola cerca de 150 milhões de trabalhadores são considerados «excedentários».