Santana não paga salários
O Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa denunciou através de uma nota que os trabalhadores contratados em regime de prestação de serviços estão sem receber desde Janeiro. Segundo o sindicato, as situações estão bloqueadas no gabinete de Santana Lopes, aguardando o despacho que faculte o pagamento. Ao todo são cerca de cem os trabalhadores nesta situação, afectos às direcções municipais de ambiente urbano, projecto e obras, cultura e actividades económicas. Numa reunião com os funcionários em causa, o sindicato decidiu intervir na sessão pública de ontem e realizar no mesmo dia uma concentração na Praça do Município para exigir a regularização salarial.
Privatizar em Évora
A Comissão Sindical do STAL na Câmara de Évora, recolheu 104 assinaturas num abaixo-assinado contra a privatização da varredura nas Freguesias do Bacelo e da Malagueira. O sector foi adjudicado à empresa Europrol por 153 mil euros no passado dia 10. Em nota à imprensa, a Comissão lembra que, em dois anos, a Câmara do PS não renovou dezenas de contratos a prazo, não chegando a vinte, os trabalhadores que passaram ao quadro. A nota salienta ainda que este tipo de medidas tem como consequência o aumento do custo do serviço e a sobrecarga tarifária com o aumento de taxas. A defesa do serviço público pela garantia de qualidade, de uma boa gestão, pelo direito à carreira, ao salário e a um futuro digo são os argumentos apresentados para rejeitar mais esta privatização.
Privatizar em Évora
A Comissão Sindical do STAL na Câmara de Évora, recolheu 104 assinaturas num abaixo-assinado contra a privatização da varredura nas Freguesias do Bacelo e da Malagueira. O sector foi adjudicado à empresa Europrol por 153 mil euros no passado dia 10. Em nota à imprensa, a Comissão lembra que, em dois anos, a Câmara do PS não renovou dezenas de contratos a prazo, não chegando a vinte, os trabalhadores que passaram ao quadro. A nota salienta ainda que este tipo de medidas tem como consequência o aumento do custo do serviço e a sobrecarga tarifária com o aumento de taxas. A defesa do serviço público pela garantia de qualidade, de uma boa gestão, pelo direito à carreira, ao salário e a um futuro digo são os argumentos apresentados para rejeitar mais esta privatização.