CGTP-IN contesta contrato
Os trabalhadores ficariam a perder com a política que é proposta pelo Governo no Contrato Social para a produtividade e o emprego, reafirmou na semana passada o Conselho Nacional da CGTP-IN. Desenvolvendo a análise que divulgou pouco antes da reunião em que o documento governamental iria ser debatido, na Concertação Social, aquele órgão preparou no dia 24 a posição que foi incluída na ordem de trabalho do Plenário Nacional de Sindicatos, cuja primeira reunião, desde o 10.º Congresso da central, foi convocada para ontem, em Lisboa.
O estudo da Intersindical Nacional demonstra que os salários ficariam a perder, quer poder de compra, quer o peso relativo no produto interno bruto, com o acordo que o Governo propõe para o período de 2005 a 2010. As perdas são ainda agravadas pelo facto de nada ser adiantado, pelo executivo PSD/PP, quanto à compensação das perdas sofridas pelos trabalhadores nos últimos dois anos.
O Governo, recorde-se, pretende que as actualizações salariais sejam efectuadas cada dois anos e tendo em consideração a inflação média da zona euro (que sempre tem sido inferior à portuguesa).
Os processos de negociação da contratação colectiva, nas empresas e sectores, e outros impactos que o Código do Trabalho e da sua recente Regulamentação produzem nas relações de trabalho ocupam igualmente um lugar de destaque nas preocupações da Inter.
O plenário de ontem deveria ainda preparar as comemorações do 25 de Abril e do 1.º de Maio e ratificar a filiação na CGTP dos sindicatos dos Professores do Norte e da Zona Sul.
Pobreza
Afirmar que a pobreza se combate com crescimento da economia, como fez Durão Barroso ao intervir no debate mensal na AR, revela a «pobreza franciscana que cada vez mais caracteriza o discurso do primeiro-ministro e do Governo». Reagindo sexta-feira à «tirada», a CGTP pergunta «como é que se compreende que, mesmo havendo crescimento económico, a pobreza e as desigualdades aumentem». E contrapõe que «a pobreza é fruto da política injusta do Governo e só se combate com uma nova política e um novo Governo».
O estudo da Intersindical Nacional demonstra que os salários ficariam a perder, quer poder de compra, quer o peso relativo no produto interno bruto, com o acordo que o Governo propõe para o período de 2005 a 2010. As perdas são ainda agravadas pelo facto de nada ser adiantado, pelo executivo PSD/PP, quanto à compensação das perdas sofridas pelos trabalhadores nos últimos dois anos.
O Governo, recorde-se, pretende que as actualizações salariais sejam efectuadas cada dois anos e tendo em consideração a inflação média da zona euro (que sempre tem sido inferior à portuguesa).
Os processos de negociação da contratação colectiva, nas empresas e sectores, e outros impactos que o Código do Trabalho e da sua recente Regulamentação produzem nas relações de trabalho ocupam igualmente um lugar de destaque nas preocupações da Inter.
O plenário de ontem deveria ainda preparar as comemorações do 25 de Abril e do 1.º de Maio e ratificar a filiação na CGTP dos sindicatos dos Professores do Norte e da Zona Sul.
Pobreza
Afirmar que a pobreza se combate com crescimento da economia, como fez Durão Barroso ao intervir no debate mensal na AR, revela a «pobreza franciscana que cada vez mais caracteriza o discurso do primeiro-ministro e do Governo». Reagindo sexta-feira à «tirada», a CGTP pergunta «como é que se compreende que, mesmo havendo crescimento económico, a pobreza e as desigualdades aumentem». E contrapõe que «a pobreza é fruto da política injusta do Governo e só se combate com uma nova política e um novo Governo».