Protesto nacional
De Viana do Castelo à Horta, a jornada de luta da CGTP-IN mobilizou, dia 11, muitos milhares de trabalhadores, unidos num protesto que teve dimensão nacional, a exigir mudança de política e de Governo.
Até Maio, a luta prossegue com justas razões
Apesar do mau tempo que se fazia sentir no Porto, milhares de trabalhadores desfilaram, da Praça dos Poveiros até à sede do Governo Civil, gritando bem alto o seu protesto contra o Código do Trabalho e a lei de regulamentação, contra o aumento do custo de vida e contra a perda de importantes direitos do povo, em contraste com o aumento dos lucros e os negócios chorudos que vão enriquecendo o grande capital.
Na concentração em Viana do Castelo e na manifestação que percorreu as ruas do centro da cidade, participaram mais de duas mil pessoas. Sobressaiu a forte presença de trabalhadores dos Estaleiros Navais, das autarquias locais (estruturas do STAL representaram as dez câmaras municipais do distrito), de empresas que encerraram recentemente (como a DecantConfex) ou que atravessam situações difíceis (caso da Valeo), bem como da Portucel e Ancorensis, entre outras.
A chuva não desmobilizou os participantes, que na Praça da República ouviram, ao final da manhã, as intervenções do coordenador da União dos Sindicatos distrital, de um dirigente da CIG galega e do secretário-geral da CGTP-IN.
Apesar do mau tempo, em Viseu teve lugar aquele que foi considerado como o maior protesto laboral nas ruas da cidade, desde há duas décadas.
«A luta continua, Governo para a rua» e «Trabalho sim, desemprego não» foram as palavras de ordem mais gritadas pelas centenas de pessoas que participaram na concentração realizada cerca das 18 horas, junto do Governo Civil de Castelo Branco. Os trabalhadores deslocaram-se de várias localidades do distrito e, ao início da tarde, realizaram-se pré-concentrações no Fundão e na Covilhã.
Na Praça do Giraldo, em Évora, concentraram-se mais de mil trabalhadores, segundo a USDE/CGTP-IN, que se manifestaram de seguida pelas ruas da cidade.
Igualmente, a USDB estimou em mais de mil os manifestantes, dos vários concelhos do distrito, que integraram a acção de protesto realizada em Beja, onde o desfile foi encabeçado pelo Grupo de Chocalheiros de Vila Verde de Ficalho.
Um cordão humano, com cerca de duas centenas de manifestantes, percorreu as principais artérias da baixa de Faro, informou a Agência Lusa.
Após um plenário em Ponta Delgada, dirigentes e activistas sindicais deslocaram-se até à sede do Governo Regional. Acções similares tiveram lugar em Angra do Heroísmo e na Horta, com desfiles até ao Ministro da República e à Assembleia Regional dos Açores, respectivamente.
Na concentração em Viana do Castelo e na manifestação que percorreu as ruas do centro da cidade, participaram mais de duas mil pessoas. Sobressaiu a forte presença de trabalhadores dos Estaleiros Navais, das autarquias locais (estruturas do STAL representaram as dez câmaras municipais do distrito), de empresas que encerraram recentemente (como a DecantConfex) ou que atravessam situações difíceis (caso da Valeo), bem como da Portucel e Ancorensis, entre outras.
A chuva não desmobilizou os participantes, que na Praça da República ouviram, ao final da manhã, as intervenções do coordenador da União dos Sindicatos distrital, de um dirigente da CIG galega e do secretário-geral da CGTP-IN.
Apesar do mau tempo, em Viseu teve lugar aquele que foi considerado como o maior protesto laboral nas ruas da cidade, desde há duas décadas.
«A luta continua, Governo para a rua» e «Trabalho sim, desemprego não» foram as palavras de ordem mais gritadas pelas centenas de pessoas que participaram na concentração realizada cerca das 18 horas, junto do Governo Civil de Castelo Branco. Os trabalhadores deslocaram-se de várias localidades do distrito e, ao início da tarde, realizaram-se pré-concentrações no Fundão e na Covilhã.
Na Praça do Giraldo, em Évora, concentraram-se mais de mil trabalhadores, segundo a USDE/CGTP-IN, que se manifestaram de seguida pelas ruas da cidade.
Igualmente, a USDB estimou em mais de mil os manifestantes, dos vários concelhos do distrito, que integraram a acção de protesto realizada em Beja, onde o desfile foi encabeçado pelo Grupo de Chocalheiros de Vila Verde de Ficalho.
Um cordão humano, com cerca de duas centenas de manifestantes, percorreu as principais artérias da baixa de Faro, informou a Agência Lusa.
Após um plenário em Ponta Delgada, dirigentes e activistas sindicais deslocaram-se até à sede do Governo Regional. Acções similares tiveram lugar em Angra do Heroísmo e na Horta, com desfiles até ao Ministro da República e à Assembleia Regional dos Açores, respectivamente.