Litoral Alentejano exige maternidade

Responsáveis autárquicos de Santiago do Cacém, Odemira, Grândola, Alcácer do Sal e Sines exigem a construção de uma maternidade no novo Hospital do Litoral Alentejano.
Durante um encontro, que se realizou sexta-feira, no Salão Nobre da Associação dos Bombeiros Voluntários de Santiago do Cacém, os autarcas reivindicaram medidas que obriguem o Governo a reassumir os seus compromissos quanto à construção de uma maternidade e quanto à colocação de médicos nos centros e extensões de saúde.
A criação de um serviço de maternidade na região é uma reivindicação antiga das populações e autarquias, devido à distâncias (em alguns casos superiores aos cem quilómetros) que separam aqueles concelhos dos hospitais de Beja ou de Setúbal.
Ao contrário do que tinha inicialmente assumido, o secretário de Estado Adjunto do ministro da Saúde, Adão Silva, esclareceu no início do ano, durante uma reunião com os autarcas da Associação de Municípios do Litoral Alentejano (AMLA), que o hospital não vai incluir maternidade, por o número anual de partos ser insuficiente para justificar a criação do serviço.
Argumentos rejeitados pela AMLA, que discorda ainda do facto de a unidade hospitalar estar projectada para funcionar com igual número de funcionários e idêntico orçamento ao do Conde do Bracial (antigo hospital), que não tinha carácter regional.
Esta iniciativa surge depois de, no último mês de Dezembro, os cinco municípios terem promovido uma marcha a pé em Santiago do Cacém, que juntou centenas de pessoas, pelas mesmas reivindicações.


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