Hospitais em crise
Os directores clínicos e de serviço do Hospital de S. Teotónio, em Viseu, demitiram-se em bloco, sexta-feira, devido a divergências com o Conselho de Administração (CA) daquela unidade de saúde.
Inicialmente apenas resignaram aos cargos a directora clínica e três dos seus adjuntos, aos quais se juntaram posteriormente as restantes 28 chefias médicas, alegando dever de solidariedade para com os demissionários.
Na base da clivagem está um conjunto de decisões de natureza técnica tomadas à revelia dos responsáveis médicos, que exigem respeito pela competência e autonomia devida na coordenação das áreas clínicas.
Situação semelhante ocorreu, no mesmo dia, no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, com a demissão do director clínico e de três chefes de serviço. Também neste caso foram alegadas divergências com o CA, nomeadamente quanto ao modelo de gestão seguido pela administração desde que, a par de outras 30 unidades públicas, aquele hospital foi integrado pelo ministro da Saúde nos chamados «Hospitais-empresa».
Na Figueira da Foz, factos homólogos quase precipitaram o abandono dos cargos ocupados por parte directores clínicos e de serviço daquele hospital distrital, mas a crise parece para já resolvida com a saída de um dos elementos da administração, igualmente em ruptura motivada por questões de gestão da instituição.
Inicialmente apenas resignaram aos cargos a directora clínica e três dos seus adjuntos, aos quais se juntaram posteriormente as restantes 28 chefias médicas, alegando dever de solidariedade para com os demissionários.
Na base da clivagem está um conjunto de decisões de natureza técnica tomadas à revelia dos responsáveis médicos, que exigem respeito pela competência e autonomia devida na coordenação das áreas clínicas.
Situação semelhante ocorreu, no mesmo dia, no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, com a demissão do director clínico e de três chefes de serviço. Também neste caso foram alegadas divergências com o CA, nomeadamente quanto ao modelo de gestão seguido pela administração desde que, a par de outras 30 unidades públicas, aquele hospital foi integrado pelo ministro da Saúde nos chamados «Hospitais-empresa».
Na Figueira da Foz, factos homólogos quase precipitaram o abandono dos cargos ocupados por parte directores clínicos e de serviço daquele hospital distrital, mas a crise parece para já resolvida com a saída de um dos elementos da administração, igualmente em ruptura motivada por questões de gestão da instituição.