Com o PCP - cumprir Abril, honrar Maio
No momento em que se comemoram os vinte e nove anos da Revolução de Abril, no quadro de um tão profundo ataque do Governo PSD/CDS-PP a pilares estruturantes do regime democrático português, é tempo de na rua continuarmos a luta por uma outra política ao serviço de Portugal e dos portugueses, uma política que cumpra Abril e honre Maio.
O Governo está a destruir elementos fundamentais da democracia
Porque não cumpre Abril nem honra Maio um pacote laboral que ignora e despreza os direitos de quem trabalha, que subverte aspectos, entre outros, tão importantes, como o direito à greve, o direito à igualdade, com destaque para as situações das mulheres que tenham de recorrer à interrupção voluntária da gravidez, o direito à contratação colectiva, etc.
Porque não cumpre Abril nem honra Maio os ataques que estão a ser feitos à segurança social e ao serviço nacional de saúde, retirando direitos, privatizando, pondo em causa o futuro das gerações mais jovens, substituindo uma lógica de solidariedade por outra do «salve-se quem puder».
Porque não cumpre Abril nem honra Maio uma reforma do sistema político que pretende consagrar, por via de inaceitáveis ingerências do Estado na vida interna dos partidos, um conjunto de dispositivos que ofendem o princípio básico do respeito da vontade soberana dos membros de cada partido se organizarem e funcionarem como entenderem, uma ofensa ao valores fundamentais da liberdade de associação e de auto governo dos partidos consagrados após o 25 de Abril.
Porque não cumpre Abril nem honra Maio um conjunto de alterações ao regime de financiamento partidário que visa mutilar a capacidade de cada partido angariar fundos por via de «iniciativas especiais de fundos que envolvam a oferta de bens e serviços», limitando também por esta via a livre capacidade de iniciativa e actividade partidárias, nomeadamente do Partido e em que se destaca a Festa do Avante e, ao mesmo tempo, é pretendido o reforço considerável do valor das subvenções estatais aos partidos, para mais num contexto marcado pela subida do desemprego, aumentos brutais no custo de vida, grandes dificuldades para a generalidade dos trabalhadores e da população.
Porque não cumpre Abril nem honra Maio um governo que de forma aviltante se junta aos senhores da guerra imperialista ao Iraque. Hoje circulam pelo mundo as imagens do horror da guerra, das criminosas bombas de fragmentação. Hoje falam de reconstrução tentando esconder a destruição, as mortes, os mutilados, os milhares de crianças marcadas física e psicologicamente para o resto da vida. É preciso pois relembrar que Abril também se fez e Maio na rua exigiu o fim de uma guerra colonial que durante 14 anos fez o seu cortejo de vítimas entre o povo português.
O PCP cumpre
Não há pois qualquer exagero ao afirmar que o Governo está conduzindo um processo de destruição de elementos integrantes fundamentais da democracia alcançada com a Revolução de Abril e de desfiguramento e perversão da democracia política.
Na luta contra a política antinacional e antipopular do Governo PSD/CDS-PP, o Partido tem desempenhado o papel que lhe compete de esclarecer, organizar e dinamizar a luta, porque confia firmemente num futuro de liberdade e socialismo que tornará possível a felicidade do Homem, porque o futuro não acontece, constrói-se e conquista-se.
É por isso também fundamental levar por diante, com redobrado esforço, a campanha de contacto com a organização do partido, melhorando ligações orgânicas, estruturando o trabalho, criando novos organismos, dando particular atenção à criação de estrutura partidária nas empresas e locais de trabalho. E porque temos a consciência de cumprirmos aquilo que dizemos e dizermos aquilo que pensamos, de estarmos ao lado dos trabalhadores, dos atingidos pela política de direita, temos toda a força da nossa proposta e prática política para dizer-lhes que: este é o seu partido, o Partido Comunista Português. Este é o Partido que Cumpre Abril e Honra Maio.
Nestes tempos exigentes que põem à prova a solidariedade, a determinação e desiludindo aqueles que gostariam que o PCP desaparecesse, pela sua intensa e diversificada actividade, pela sua firmeza, coerência e entrega na defesa dos interesses dos trabalhadores, pelas soluções que propõe para os problemas do país, o PCP é o Partido de que Portugal precisa.
Na rua contra a política de direita e gritando: paz sim, guerra não! nos temos encontrado.
Na rua com Abril e honrando Maio nos vamos encontrar. «Venham mais cinco» porque «não há machado que corte a raiz ao pensamento».
Porque não cumpre Abril nem honra Maio os ataques que estão a ser feitos à segurança social e ao serviço nacional de saúde, retirando direitos, privatizando, pondo em causa o futuro das gerações mais jovens, substituindo uma lógica de solidariedade por outra do «salve-se quem puder».
Porque não cumpre Abril nem honra Maio uma reforma do sistema político que pretende consagrar, por via de inaceitáveis ingerências do Estado na vida interna dos partidos, um conjunto de dispositivos que ofendem o princípio básico do respeito da vontade soberana dos membros de cada partido se organizarem e funcionarem como entenderem, uma ofensa ao valores fundamentais da liberdade de associação e de auto governo dos partidos consagrados após o 25 de Abril.
Porque não cumpre Abril nem honra Maio um conjunto de alterações ao regime de financiamento partidário que visa mutilar a capacidade de cada partido angariar fundos por via de «iniciativas especiais de fundos que envolvam a oferta de bens e serviços», limitando também por esta via a livre capacidade de iniciativa e actividade partidárias, nomeadamente do Partido e em que se destaca a Festa do Avante e, ao mesmo tempo, é pretendido o reforço considerável do valor das subvenções estatais aos partidos, para mais num contexto marcado pela subida do desemprego, aumentos brutais no custo de vida, grandes dificuldades para a generalidade dos trabalhadores e da população.
Porque não cumpre Abril nem honra Maio um governo que de forma aviltante se junta aos senhores da guerra imperialista ao Iraque. Hoje circulam pelo mundo as imagens do horror da guerra, das criminosas bombas de fragmentação. Hoje falam de reconstrução tentando esconder a destruição, as mortes, os mutilados, os milhares de crianças marcadas física e psicologicamente para o resto da vida. É preciso pois relembrar que Abril também se fez e Maio na rua exigiu o fim de uma guerra colonial que durante 14 anos fez o seu cortejo de vítimas entre o povo português.
O PCP cumpre
Não há pois qualquer exagero ao afirmar que o Governo está conduzindo um processo de destruição de elementos integrantes fundamentais da democracia alcançada com a Revolução de Abril e de desfiguramento e perversão da democracia política.
Na luta contra a política antinacional e antipopular do Governo PSD/CDS-PP, o Partido tem desempenhado o papel que lhe compete de esclarecer, organizar e dinamizar a luta, porque confia firmemente num futuro de liberdade e socialismo que tornará possível a felicidade do Homem, porque o futuro não acontece, constrói-se e conquista-se.
É por isso também fundamental levar por diante, com redobrado esforço, a campanha de contacto com a organização do partido, melhorando ligações orgânicas, estruturando o trabalho, criando novos organismos, dando particular atenção à criação de estrutura partidária nas empresas e locais de trabalho. E porque temos a consciência de cumprirmos aquilo que dizemos e dizermos aquilo que pensamos, de estarmos ao lado dos trabalhadores, dos atingidos pela política de direita, temos toda a força da nossa proposta e prática política para dizer-lhes que: este é o seu partido, o Partido Comunista Português. Este é o Partido que Cumpre Abril e Honra Maio.
Nestes tempos exigentes que põem à prova a solidariedade, a determinação e desiludindo aqueles que gostariam que o PCP desaparecesse, pela sua intensa e diversificada actividade, pela sua firmeza, coerência e entrega na defesa dos interesses dos trabalhadores, pelas soluções que propõe para os problemas do país, o PCP é o Partido de que Portugal precisa.
Na rua contra a política de direita e gritando: paz sim, guerra não! nos temos encontrado.
Na rua com Abril e honrando Maio nos vamos encontrar. «Venham mais cinco» porque «não há machado que corte a raiz ao pensamento».