Violência no EPL
A Direcção-Geral dos Serviços Prisionais instaurou um inquérito a alegadas práticas de violência física, praticadas por guardas prisionais do Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL) contra os reclusos.
A investigação foi motivada pela denúncia pública, a semana passada, feita pela mãe de um dos supostos agredidos.
Segundo o relato, o detido terá sido obrigado a entrar no interior de uma das celas, a «cela 80» ou «sala de espera», como supostamente é conhecida, onde cerca de uma quinzena de guardas o espancaram.
O prisioneiro foi resgatado do interior por um guarda prisional, tendo posteriormente seguido para uma outra cela, onde foi deixado sem assistência médica, apesar dos inúmeros hematomas e escoriações na face, costas e costelas.
O principal arguido deste crime é um guarda estagiário, estando ainda indiciados por ocultação do caso outros quatro profissionais. A ser dada como provada a acusação, todos arriscam cumprir penas entre os três e os doze anos de prisão, por espancamento no interior de um estabelecimento prisional, situação que, segundo relatórios de organizações internacionais, ocorre em Portugal com uma frequência preocupante.
A investigação foi motivada pela denúncia pública, a semana passada, feita pela mãe de um dos supostos agredidos.
Segundo o relato, o detido terá sido obrigado a entrar no interior de uma das celas, a «cela 80» ou «sala de espera», como supostamente é conhecida, onde cerca de uma quinzena de guardas o espancaram.
O prisioneiro foi resgatado do interior por um guarda prisional, tendo posteriormente seguido para uma outra cela, onde foi deixado sem assistência médica, apesar dos inúmeros hematomas e escoriações na face, costas e costelas.
O principal arguido deste crime é um guarda estagiário, estando ainda indiciados por ocultação do caso outros quatro profissionais. A ser dada como provada a acusação, todos arriscam cumprir penas entre os três e os doze anos de prisão, por espancamento no interior de um estabelecimento prisional, situação que, segundo relatórios de organizações internacionais, ocorre em Portugal com uma frequência preocupante.