Aviões sem armas
O Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) decidiu, segunda-feira, não autorizar a presença de armas ou de agentes armados nos voos das companhias aéreas nacionais.
Os EUA exigiram recentemente que todos os aviões que sobrevoem o seu espaço aéreo se façam acompanhar pelos chamados «air marshalls» devido a alegadas ameaças terroristas, intenção rejeitada pelo INAC por, como afirmou o director de segurança daquela estrutura, «numa situação concreta, num voo específico, e analisadas as vertentes de um risco, poderemos considerar a possibilidade de reforçar as componentes de segurança, mas como é óbvio, se o risco impuser a utilização de pessoal armado a bordo, o que se considerará em alternativa é a anulação do voo».
José Carvalho avançou ainda que outras medidas de segurança em terra estão a ser equacionadas e que «estão a ser desencadeados contactos, com as autoridades norte-americanas e com a própria União Europeia, no sentido de se desencadearem procedimentos de coordenação relativos a esta matéria, mas Portugal e as companhias portuguesas não são de risco».
Recorde-se que a Federação Internacional das Associações de Pilotos Comerciais rejeitou a «proposta» americana qualificando-a de «um inaceitável abuso de poder», posição igualmente assumida por algumas companhias aéreas europeias, o que motivou já o cancelamento de voos para as principais cidades americanas.
Os EUA exigiram recentemente que todos os aviões que sobrevoem o seu espaço aéreo se façam acompanhar pelos chamados «air marshalls» devido a alegadas ameaças terroristas, intenção rejeitada pelo INAC por, como afirmou o director de segurança daquela estrutura, «numa situação concreta, num voo específico, e analisadas as vertentes de um risco, poderemos considerar a possibilidade de reforçar as componentes de segurança, mas como é óbvio, se o risco impuser a utilização de pessoal armado a bordo, o que se considerará em alternativa é a anulação do voo».
José Carvalho avançou ainda que outras medidas de segurança em terra estão a ser equacionadas e que «estão a ser desencadeados contactos, com as autoridades norte-americanas e com a própria União Europeia, no sentido de se desencadearem procedimentos de coordenação relativos a esta matéria, mas Portugal e as companhias portuguesas não são de risco».
Recorde-se que a Federação Internacional das Associações de Pilotos Comerciais rejeitou a «proposta» americana qualificando-a de «um inaceitável abuso de poder», posição igualmente assumida por algumas companhias aéreas europeias, o que motivou já o cancelamento de voos para as principais cidades americanas.