Radicais vencem na Sérvia sem maioria
O Partido Radical da Sérvia (SRS) venceu as eleições legislativas antecipadas, no domingo, com 27,5 por cento dos votos. Sem maioria absoluta, o partido mais votado não poderá formar governo sozinho.
Em segundo lugar ficou o Partido Democrático da Sérvia (DSS), do ex-presidente jugoslavo Vojislav Kostunica, com 17,4 por cento dos votos, seguido do Partido Democrático (DS) do ainda primeiro-ministro, Zoran Zivkovic, com 12,7 por cento, e do G17 Plus, do ex-vice-primeiro-ministro jugoslavo Miroljub Labus, com 11,4 por cento.
«Ganhámos por Vojislav Seselj e pelos cidadãos que não querem ser mais humilhados, que querem emprego, e que querem criar os seus filhos num espírito patriótico», disse Tomsilav Nikolic, vice-presidente do (SRS) e actual líder do partido, citado pela Lusa.
A referência a Vojislav Seselj, detido em Haia às ordens do Tribunal Penal Internacional, é sintomática. A vitória do partido de Seselj, conhecido aliado do antigo presidente jugoslavo Slobodan Milosevic, igualmente preso em Haia, é vista como uma clara manifestação de repúdio pela política seguida na Sérvia desde o ataque da NATO contra a Jugoslávia e consequente desagregação do país.
Também Kostunica atribuiu o triunfo dos ultranacionalistas ao governo cessante, dominado pelo Partido Democrático (DS), e à «política levada a cabo contra a Sérvia pelo estrangeiro». Kostunica espera poder vir a formar governo, embora o seu partido ainda não se tenha pronunciado sobre as eventuais coligações que está disposto a fazer para chegar ao poder.
Acima da fasquia dos cinco por cento - necessária para ter representação parlamentar - ficaram ainda a coligação do Movimento Sérvio da Renovação (SPO)-Nova Sérvia (NS) e o Partido Socialista Sérvio (SPS), respectivamente com 8,2 e 7,6 por cento dos votos.
O SRS elegeu 85 deputados, o DSS 51, o DS 35, o SPO/NS e o SPS 27, entre os quais Slobodan Milosevic, e o G17 não mais de 25.
Em segundo lugar ficou o Partido Democrático da Sérvia (DSS), do ex-presidente jugoslavo Vojislav Kostunica, com 17,4 por cento dos votos, seguido do Partido Democrático (DS) do ainda primeiro-ministro, Zoran Zivkovic, com 12,7 por cento, e do G17 Plus, do ex-vice-primeiro-ministro jugoslavo Miroljub Labus, com 11,4 por cento.
«Ganhámos por Vojislav Seselj e pelos cidadãos que não querem ser mais humilhados, que querem emprego, e que querem criar os seus filhos num espírito patriótico», disse Tomsilav Nikolic, vice-presidente do (SRS) e actual líder do partido, citado pela Lusa.
A referência a Vojislav Seselj, detido em Haia às ordens do Tribunal Penal Internacional, é sintomática. A vitória do partido de Seselj, conhecido aliado do antigo presidente jugoslavo Slobodan Milosevic, igualmente preso em Haia, é vista como uma clara manifestação de repúdio pela política seguida na Sérvia desde o ataque da NATO contra a Jugoslávia e consequente desagregação do país.
Também Kostunica atribuiu o triunfo dos ultranacionalistas ao governo cessante, dominado pelo Partido Democrático (DS), e à «política levada a cabo contra a Sérvia pelo estrangeiro». Kostunica espera poder vir a formar governo, embora o seu partido ainda não se tenha pronunciado sobre as eventuais coligações que está disposto a fazer para chegar ao poder.
Acima da fasquia dos cinco por cento - necessária para ter representação parlamentar - ficaram ainda a coligação do Movimento Sérvio da Renovação (SPO)-Nova Sérvia (NS) e o Partido Socialista Sérvio (SPS), respectivamente com 8,2 e 7,6 por cento dos votos.
O SRS elegeu 85 deputados, o DSS 51, o DS 35, o SPO/NS e o SPS 27, entre os quais Slobodan Milosevic, e o G17 não mais de 25.