Alargamento ameaçado
A Comissão Concelhia de Aveiro do PCP apreciou, na segunda-feira, os desenvolvimentos mais recentes relativos à situação do Hospital Infante D. Pedro, em Aveiro, detendo-se designadamente sobre as declarações do ministro da Saúde que, em sua opinião, evidenciam um «profundo desprezo» pelas necessidades da região, ao «fecharem a porta» quer à construção de um novo Hospital quer à expansão do Hospital Infante D. Pedro. Aliás, os problemas hoje sentidos neste Hospital têm algumas das suas raízes em decisões tomadas há mais de dez anos pelos Governos PSD/Cavaco Silva, nomeadamente as que determinaram a diminuição da área de influência do Hospital de Aveiro, que a Concelhia de Aveiro então denunciou.
O PS acabaria, entretanto, por seguir a política do PSD, acusa o PCP, e os «milhões prometidos para equipamento e reestruturação não passaram, no fundamental, de promessas». De resto, também os ministros da Saúde do PS nunca programaram o novo Hospital, apenas admitindo a «melhoria das instalações» do existente.
A Concelhia do PCP estranha, por outro lado, o «esbracejar» de elementos locais do PP contra o ministro da Saúde, ARS e administrador do Hospital, esquecendo que o PP é parte integrante do Governo e solidário com todas as suas decisões.
As críticas do PCP estendem-se, também, à Câmara Municipal de Aveiro por, ao arrepio das deliberações da Assembleia Municipal, avançar na preparação de um projecto imobiliário para os terrenos dos antigos Armazéns Gerais, reservados para o alargamento do Hospital, e denuncia a «hipocrisia» do PSD local, ao acusar a Câmara de inviabilizar a referida expansão, omitindo que é o Governo PSD/PP que acaba de anunciar a indisponibilidade de meios para a concretizar.
Por seu lado, a Concelhia do PCP garante aos aveirenses que, sem deixar cair a exigência de um novo Hospital, continuará a pugnar para que o Hospital Infante D. Pedro «melhore radicalmente o seu atendimento à população».
O PS acabaria, entretanto, por seguir a política do PSD, acusa o PCP, e os «milhões prometidos para equipamento e reestruturação não passaram, no fundamental, de promessas». De resto, também os ministros da Saúde do PS nunca programaram o novo Hospital, apenas admitindo a «melhoria das instalações» do existente.
A Concelhia do PCP estranha, por outro lado, o «esbracejar» de elementos locais do PP contra o ministro da Saúde, ARS e administrador do Hospital, esquecendo que o PP é parte integrante do Governo e solidário com todas as suas decisões.
As críticas do PCP estendem-se, também, à Câmara Municipal de Aveiro por, ao arrepio das deliberações da Assembleia Municipal, avançar na preparação de um projecto imobiliário para os terrenos dos antigos Armazéns Gerais, reservados para o alargamento do Hospital, e denuncia a «hipocrisia» do PSD local, ao acusar a Câmara de inviabilizar a referida expansão, omitindo que é o Governo PSD/PP que acaba de anunciar a indisponibilidade de meios para a concretizar.
Por seu lado, a Concelhia do PCP garante aos aveirenses que, sem deixar cair a exigência de um novo Hospital, continuará a pugnar para que o Hospital Infante D. Pedro «melhore radicalmente o seu atendimento à população».