Estudantes de Ciências contra ENJ
A Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa não reconhece ao 9.º Encontro Nacional de Juventude (ENJ) «qualquer tipo de legitimidade democrática ou representativa para que emita qualquer parecer ou documento em nome da juventude portuguesa» por considerar que «as movimentações estudantis foram amplamente descuradas» na iniciativa, anunciou num comunicado à imprensa.
A AE abandonou o encontro na última sessão plenária, tal como a maioria das organizações presentes, depois de repudiar a forma como foram preparados e dirigidos os trabalhos.
Tendo participado na iniciativa através de uma delegação de dois membros, a AE de Ciências afirma ter tentado, «por todos os meios, contribuir para uma discussão que estava à partida condicionada e inserida num ambiente de clara intrumentalização».
«O decorrer dos trabalhos foi conduzido para uma lógica de legitimação das opções políticas do Governo, à revelia daquilo que é a verdadeira dinâmica estudantil, de manifesta contestação», denunciam os estudantes, acrescentando que «a organização do 9.º ENJ recusou várias vezes colocar moções e conclusões à votação e tomou decisões unilaterais em claro desrespeito pela democracia que se esperaria num ENJ».
A AE salienta que a maioria dos participantes não representavam nenhuma organização juvenil ou estudantil, estando inscritos a nível individual, «seguindo claramente orientações no sentido da legitimação do Governo e das suas políticas».
O 9.º Encontro Nacional de Juventude teve lugar entre 23 e 26 de Outubro, na Fábrica da Pólvora, em Barcarena, Oeiras.
A AE abandonou o encontro na última sessão plenária, tal como a maioria das organizações presentes, depois de repudiar a forma como foram preparados e dirigidos os trabalhos.
Tendo participado na iniciativa através de uma delegação de dois membros, a AE de Ciências afirma ter tentado, «por todos os meios, contribuir para uma discussão que estava à partida condicionada e inserida num ambiente de clara intrumentalização».
«O decorrer dos trabalhos foi conduzido para uma lógica de legitimação das opções políticas do Governo, à revelia daquilo que é a verdadeira dinâmica estudantil, de manifesta contestação», denunciam os estudantes, acrescentando que «a organização do 9.º ENJ recusou várias vezes colocar moções e conclusões à votação e tomou decisões unilaterais em claro desrespeito pela democracia que se esperaria num ENJ».
A AE salienta que a maioria dos participantes não representavam nenhuma organização juvenil ou estudantil, estando inscritos a nível individual, «seguindo claramente orientações no sentido da legitimação do Governo e das suas políticas».
O 9.º Encontro Nacional de Juventude teve lugar entre 23 e 26 de Outubro, na Fábrica da Pólvora, em Barcarena, Oeiras.