Pescadores preocupados
Numa reunião, realizada no dia 4 de Outubro, nas instalações da Docapesca, em Viana do Castelo, os armadores e pescadores do Alto Minho manifestaram a sua oposição à instalação das 60 plataformas para mexilhão de empresas galegas, licenciadas para as encostas de Caminha e Viana do Castelo, pelo Governo de Durão Barroso, apesar do parecer desfavorável da Capitania de Viana do Castelo.
A Direcção da Organização Regional de Viana do Castelo do PCP, preocupada também com esta medida, promoveu uma reunião com 80 pescadores e armadores, em que participou o deputado comunista Honório Novo. Os presentes reafirmaram a sua oposição à instalação das 60 plataformas que, dizem, poderão ascender às 700, se outros projectos vierem a ser aprovados.
A maioria das embarcações de pesca tradicional da região estão licenciadas para pescar na zona onde vão ser instaladas as plataformas, o que vai aumentar a insegurança dos pescadores - a maioria das embarcações não tem radar -, e a poluição marítima, como já acontece nas rias galegas. Honório Novo, comprometeu-se a exigir na Assembleia da República um esclarecimento sobre a questão.
A Direcção da Organização Regional de Viana do Castelo do PCP, preocupada também com esta medida, promoveu uma reunião com 80 pescadores e armadores, em que participou o deputado comunista Honório Novo. Os presentes reafirmaram a sua oposição à instalação das 60 plataformas que, dizem, poderão ascender às 700, se outros projectos vierem a ser aprovados.
A maioria das embarcações de pesca tradicional da região estão licenciadas para pescar na zona onde vão ser instaladas as plataformas, o que vai aumentar a insegurança dos pescadores - a maioria das embarcações não tem radar -, e a poluição marítima, como já acontece nas rias galegas. Honório Novo, comprometeu-se a exigir na Assembleia da República um esclarecimento sobre a questão.