Seguradoras roubam direitos
O Sindicato Nacional dos Profissionais de Seguros e Afins, SINAPSA, acusa as empresas do sector de retirar direitos aos trabalhadores. Segundo o sindicato, em praticamente todas as empresas se tem verificado a perda de direitos e de regalias importantes dos trabalhadores. A par disto, verifica-se também, acusa o sindicato, a redução dos salários reais, uma vez que a «actualização anual» é sempre feita abaixo dos valores da inflação.
O SINAPSA considera que as seguradoras pretendem criar «mecanismos de individualização das relações de trabalho que escapam à regulamentação colectiva» e procuram «emagrecer» as empresas substituindo trabalhadores mais antigos e com mais direitos por «jovens enquadrados em esquemas de contratação precária», e com os direitos subtraídos.
O sindicato culpa ainda as empresas por não cumprirem o Contrato Colectivo de Trabalho do sector dos seguros no que respeita ao horário de trabalho, à remuneração de trabalho extraordinário e reclassificações profissionais.
No mesmo comunicado, o sindicato dos trabalhadores dos seguros responsabiliza o Governo pelas insuficiências dos Fundos de Pensões em algumas das empresas do sector público ou com capitais públicos, que têm responsabilidades sociais sobre largos milhares de trabalhadores. Para o SINAPSA, o facto de ser o Estado a alimentar a descapitalização dos fundos denuncia a existência de objectivos políticos.
Ao descapitalizar a Segurança Social e ao colocar o sistema público de Segurança Social a par dos sistemas privados, o Governo «mais não pretende do que entregar muitos milhares de milhões de euros do dinheiro dos trabalhadores para ser gerido de acordo com as conveniências dos grandes grupos». O sindicato acusa o Governo de ter permitido ao BCP (do qual Bagão Félix é um alto quadro) «vender» ao seu fundo de pensões 7,6 milhões de acções a 2,76 euros cada, quando a sua cotação era, afinal, de 1,46 euros.
O SINAPSA considera que as seguradoras pretendem criar «mecanismos de individualização das relações de trabalho que escapam à regulamentação colectiva» e procuram «emagrecer» as empresas substituindo trabalhadores mais antigos e com mais direitos por «jovens enquadrados em esquemas de contratação precária», e com os direitos subtraídos.
O sindicato culpa ainda as empresas por não cumprirem o Contrato Colectivo de Trabalho do sector dos seguros no que respeita ao horário de trabalho, à remuneração de trabalho extraordinário e reclassificações profissionais.
No mesmo comunicado, o sindicato dos trabalhadores dos seguros responsabiliza o Governo pelas insuficiências dos Fundos de Pensões em algumas das empresas do sector público ou com capitais públicos, que têm responsabilidades sociais sobre largos milhares de trabalhadores. Para o SINAPSA, o facto de ser o Estado a alimentar a descapitalização dos fundos denuncia a existência de objectivos políticos.
Ao descapitalizar a Segurança Social e ao colocar o sistema público de Segurança Social a par dos sistemas privados, o Governo «mais não pretende do que entregar muitos milhares de milhões de euros do dinheiro dos trabalhadores para ser gerido de acordo com as conveniências dos grandes grupos». O sindicato acusa o Governo de ter permitido ao BCP (do qual Bagão Félix é um alto quadro) «vender» ao seu fundo de pensões 7,6 milhões de acções a 2,76 euros cada, quando a sua cotação era, afinal, de 1,46 euros.