Calor mata mais
Dados preliminares divulgados, na passada quinta-feira, pelo Observatório Nacional de Saúde referem que a onda de calor que assolou Portugal nas últimas semanas fez disparar a taxa de mortalidade em cerca de 37,7 por cento, o que, em termos absolutos, significa um aumento de 1316 óbitos em relação à média.
O grupo mais afectado pelas altas temperaturas, anormais mesmo considerando a época do ano e só comparáveis às registradas em Julho de 1981 e de 1991, foi o dos idosos com mais de 75 anos, registando 996 vítimas mortais.
Inesperadamente, no mesmo dia, as autoridade de saúde admitiram que esperavam uma mortalidade «na ordem dos dois milhares» de pessoas. A acção de prevenção da Direcção-Geral de Saúde esteve também em análise, tendo o subdirector Geral da Saúde, Francisco George, reconhecido que «há seguramente aspectos que poderão não ter tido um funcionamento ideal», nomeadamente junto de populações mais frágeis, como idosos. «Poderia haver um maior número de técnicos de saúde pública disponíveis no local para trabalhar em conjunto com organismos da Segurança Social, nomeadamente lares», afirmou.
O grupo mais afectado pelas altas temperaturas, anormais mesmo considerando a época do ano e só comparáveis às registradas em Julho de 1981 e de 1991, foi o dos idosos com mais de 75 anos, registando 996 vítimas mortais.
Inesperadamente, no mesmo dia, as autoridade de saúde admitiram que esperavam uma mortalidade «na ordem dos dois milhares» de pessoas. A acção de prevenção da Direcção-Geral de Saúde esteve também em análise, tendo o subdirector Geral da Saúde, Francisco George, reconhecido que «há seguramente aspectos que poderão não ter tido um funcionamento ideal», nomeadamente junto de populações mais frágeis, como idosos. «Poderia haver um maior número de técnicos de saúde pública disponíveis no local para trabalhar em conjunto com organismos da Segurança Social, nomeadamente lares», afirmou.