Movimento associativo deve ser apoiado
O movimento associativo juvenil é fundamental na dinamização cultural. Por isso, o 10.º Encontro Regional de Setúbal da JCP pede mais apoios.
Centenas de jovens de Setúbal têm trabalhos precários
A política de direita do Governo atinge gravemente a juventude. Esta é uma das conclusões do 10.º Encontro Regional da Organização de Setúbal da JCP, que se realizou no sábado, com a presença de 90 militantes.
O encontro iniciou-se com um debate sobre «Juventude participativa, juventude reivindicativa», em que se discutiu a importância do movimento associativo juvenil. Na opinião da JCP, trata-se de um espaço essencial «não só pela sua participação democrática, mas também pela dinamização de acções culturais e de esclarecimento nas mais diversas áreas. Como tal, deve merecer a atenção dos jovens comunistas, de forma a acentuar e intensificar o seu papel de luta e reivindicação», lê-se na resolução política aprovada na iniciativa.
Os participantes apontaram «os constantes entraves colocados pelos sucessivos governos» através da falta de apoios logísticos e financeiros, dos requisitos burocráticos da legalização de uma associação e das tentativas de instrumentalização partidário «descaracterizando o movimento associativo».
No encontro foi condenado o «crescente caminho da elitização e privatização de todos os níveis de ensino» e referidas as inúmeras escolas da região sem condições materiais e humanas, à semelhança do que acontece em muitas escolas do País. Para os participantes, este é o «resultado da cada vez maior desresponsabilização do Governo pela educação».
A situação dos jovens trabalhadores – agravada pelo pacote laboral – constitui outras das preocupações da JCP. «São centenas os jovens trabalhadores da região que trabalham precariamente e muitos outros que são vítimas de despedimentos», sublinha.
Os jovens comunistas condenaram a reforma do sistema político e a Lei do Financiamento dos Partidos Políticos, considerando que este «representa graves retrocessos na liberdade de associação inerente a um regime verdadeiramente democrático».
O X Encontro Regional de Setúbal solidarizou-se com a luta dos povos oprimidos «que não aceitam servir os interesses do imperialismo, representado actualmente pela administração dos Estados Unidos».
Durante a iniciativa, foi eleita a nova Comissão Regional, composta por 44 membros, que coordenará as actividades da organização até ao próximo encontro.
O encontro iniciou-se com um debate sobre «Juventude participativa, juventude reivindicativa», em que se discutiu a importância do movimento associativo juvenil. Na opinião da JCP, trata-se de um espaço essencial «não só pela sua participação democrática, mas também pela dinamização de acções culturais e de esclarecimento nas mais diversas áreas. Como tal, deve merecer a atenção dos jovens comunistas, de forma a acentuar e intensificar o seu papel de luta e reivindicação», lê-se na resolução política aprovada na iniciativa.
Os participantes apontaram «os constantes entraves colocados pelos sucessivos governos» através da falta de apoios logísticos e financeiros, dos requisitos burocráticos da legalização de uma associação e das tentativas de instrumentalização partidário «descaracterizando o movimento associativo».
No encontro foi condenado o «crescente caminho da elitização e privatização de todos os níveis de ensino» e referidas as inúmeras escolas da região sem condições materiais e humanas, à semelhança do que acontece em muitas escolas do País. Para os participantes, este é o «resultado da cada vez maior desresponsabilização do Governo pela educação».
A situação dos jovens trabalhadores – agravada pelo pacote laboral – constitui outras das preocupações da JCP. «São centenas os jovens trabalhadores da região que trabalham precariamente e muitos outros que são vítimas de despedimentos», sublinha.
Os jovens comunistas condenaram a reforma do sistema político e a Lei do Financiamento dos Partidos Políticos, considerando que este «representa graves retrocessos na liberdade de associação inerente a um regime verdadeiramente democrático».
O X Encontro Regional de Setúbal solidarizou-se com a luta dos povos oprimidos «que não aceitam servir os interesses do imperialismo, representado actualmente pela administração dos Estados Unidos».
Durante a iniciativa, foi eleita a nova Comissão Regional, composta por 44 membros, que coordenará as actividades da organização até ao próximo encontro.