Campanha da DORL contra o desemprego
Os comunistas de Lisboa promovem, nos meses de Maio e Junho, uma campanha subordinada ao combate ao desemprego e à luta por uma nova política.
A DORL quer atrair mais gente para a luta por uma nova política
«Trabalho é direito fundamental, desemprego não é solução» é o lema da campanha que a Direcção da Organização Regional de Lisboa promove nos meses de Maio e Junho junto dos trabalhadores e da população do distrito. Com esta campanha, o PCP reafirma mais uma vez a sua disposição em não poupar esforços nem dar tréguas no combate à política de direita, ao desemprego e aos baixos salários.
Esta iniciativa surge no seguimento de um conjunto de acções destinadas a travar as causas do desemprego ou a minorar as suas consequências. De entre estas, a DORL destaca o projecto-lei, apresentado recentemente, destinado a travar a deslocalização de empresas para o estrangeiro e o projecto de resolução sobre indústria têxtil e de confecções, cujos trabalhadores são talvez as grandes vítimas desta nova vaga de encerramentos e falências.
A DORL do PCP afirma que, com estas iniciativas institucionais ou junto dos trabalhadores e as suas organizações de classe, bem como com todas as forças sociais interessadas, tudo fará para propor e reclamar uma nova política, baseada na produção nacional e no investimento público, na melhoria e subida geral dos salários e pensões sociais, na educação e formação profissional permanentes, e em melhor segurança social, saúde e serviços públicos.
Esta nova política, considera a direcção regional de Lisboa, é tão mais necessária e premente quando a principal responsável pela situação que o País e o distrito atravessam (ver caixa) é a política de direita levada a cabo pelos sucessivos governos e intensificada pelo actual executivo do PSD/PP, através de medidas como o pacote laboral e a privatização da segurança social e da saúde.
A campanha, que contará com uma série de iniciativas de contacto com os trabalhadores, será apoiada pela colocação de quinhentos cartazes e 75 panos em todo o distrito e pela distribuição de 50 mil folhetos. Com o objectivo de exigir um novo rumo para o País, está a circular um abaixo-assinado, a ser entregue ao Primeiro-ministro.
Alargar a luta
Para além da campanha de rua, a DORL do PCP promove também um conjunto de reuniões e encontros. A primeira reunião realizou-se no passado dia 9, com a União de Sindicatos de Lisboa. Segundo Alexandre Teixeira, membro da direcção regional, as duas estruturas estão de acordo na avaliação de que o desemprego verificado deve-se fundamentalmente a deslocalizações de empresas ou de secções de empresas, motivadas por interesses económicos do capital. Segundo o dirigente comunista, o argumento da baixa produtividade e a defesa do pacote laboral como panaceia para resolver o problema – teorias defendidas pelo Governo – caem por terra. Para além das desastrosas consequências desta política para os trabalhadores, a DORL e a USL alertam ainda para os impactos do elevado desemprego na economia da região.
A estruturas regionais de Lisboa do PCP e da CGTP também concordam na necessidade de os trabalhadores e as populações darem uma manifestação de protesto e exigência de uma política de efectivo combate ao desemprego e às suas causas.
Amanhã, dia 16, a DORL reúne-se com sindicatos do distrito. Para esse encontro, que conta com a presença de Rosa Rabiais, da Comissão Política do PCP, foram convidados 38 sindicatos.
Esta iniciativa surge no seguimento de um conjunto de acções destinadas a travar as causas do desemprego ou a minorar as suas consequências. De entre estas, a DORL destaca o projecto-lei, apresentado recentemente, destinado a travar a deslocalização de empresas para o estrangeiro e o projecto de resolução sobre indústria têxtil e de confecções, cujos trabalhadores são talvez as grandes vítimas desta nova vaga de encerramentos e falências.
A DORL do PCP afirma que, com estas iniciativas institucionais ou junto dos trabalhadores e as suas organizações de classe, bem como com todas as forças sociais interessadas, tudo fará para propor e reclamar uma nova política, baseada na produção nacional e no investimento público, na melhoria e subida geral dos salários e pensões sociais, na educação e formação profissional permanentes, e em melhor segurança social, saúde e serviços públicos.
Esta nova política, considera a direcção regional de Lisboa, é tão mais necessária e premente quando a principal responsável pela situação que o País e o distrito atravessam (ver caixa) é a política de direita levada a cabo pelos sucessivos governos e intensificada pelo actual executivo do PSD/PP, através de medidas como o pacote laboral e a privatização da segurança social e da saúde.
A campanha, que contará com uma série de iniciativas de contacto com os trabalhadores, será apoiada pela colocação de quinhentos cartazes e 75 panos em todo o distrito e pela distribuição de 50 mil folhetos. Com o objectivo de exigir um novo rumo para o País, está a circular um abaixo-assinado, a ser entregue ao Primeiro-ministro.
Alargar a luta
Para além da campanha de rua, a DORL do PCP promove também um conjunto de reuniões e encontros. A primeira reunião realizou-se no passado dia 9, com a União de Sindicatos de Lisboa. Segundo Alexandre Teixeira, membro da direcção regional, as duas estruturas estão de acordo na avaliação de que o desemprego verificado deve-se fundamentalmente a deslocalizações de empresas ou de secções de empresas, motivadas por interesses económicos do capital. Segundo o dirigente comunista, o argumento da baixa produtividade e a defesa do pacote laboral como panaceia para resolver o problema – teorias defendidas pelo Governo – caem por terra. Para além das desastrosas consequências desta política para os trabalhadores, a DORL e a USL alertam ainda para os impactos do elevado desemprego na economia da região.
A estruturas regionais de Lisboa do PCP e da CGTP também concordam na necessidade de os trabalhadores e as populações darem uma manifestação de protesto e exigência de uma política de efectivo combate ao desemprego e às suas causas.
Amanhã, dia 16, a DORL reúne-se com sindicatos do distrito. Para esse encontro, que conta com a presença de Rosa Rabiais, da Comissão Política do PCP, foram convidados 38 sindicatos.