Semana sangrenta na Palestina
As operações do governo de Israel nos territórios autónomos palestinianos conheceram esta semana uma nova escalada da violência.
Na sexta-feira, 19 de Abril, soldados apoiados por blindados entraram na cidade de Jenin, a norte da Cisjordânia, impondo o recolher obrigatório e efectuando dezenas de prisões.
No mesmo dia, mas em Nablus, confrontos entre o exército israelita e a população saldaram-se na morte de um operador de câmara palentiniano, que se encontrava a filmar junto ao mercado daquela cidade.
O mesmo cenário, sábado, na Faixa de Gaza, onde um raid nocturno no campo de refugiados de Rafah, usando meios aéreos e terrestres, vitimou cinco palestinianos e deixou dezenas de pessoas feridas.
Para além dos ataques militares, que nos últimos dois anos já provocaram a morte a mais de 2300 palestinianos e fizeram um incontável número de feridos, Ariel Sharon continua a política de detenções arbitrárias, bem como procede à demolição de casas, que desde Agosto passado já deixou sem tecto mais de 200 famílias.
Na sexta-feira, 19 de Abril, soldados apoiados por blindados entraram na cidade de Jenin, a norte da Cisjordânia, impondo o recolher obrigatório e efectuando dezenas de prisões.
No mesmo dia, mas em Nablus, confrontos entre o exército israelita e a população saldaram-se na morte de um operador de câmara palentiniano, que se encontrava a filmar junto ao mercado daquela cidade.
O mesmo cenário, sábado, na Faixa de Gaza, onde um raid nocturno no campo de refugiados de Rafah, usando meios aéreos e terrestres, vitimou cinco palestinianos e deixou dezenas de pessoas feridas.
Para além dos ataques militares, que nos últimos dois anos já provocaram a morte a mais de 2300 palestinianos e fizeram um incontável número de feridos, Ariel Sharon continua a política de detenções arbitrárias, bem como procede à demolição de casas, que desde Agosto passado já deixou sem tecto mais de 200 famílias.