Lutar contra as medidas neoliberais
No dia 24 de Março comemorou-se o Dia Nacional do Estudante. A JCP dos Açores, em nota enviada ao Avante!, felicitou todos os jovens estudantes pela comemoração desse dia, «especialmente dedicado à reflexão sobre questões concretas que afectam os estudantes».
A JCP - organização que luta pela construção de uma sociedade mais justa, mais fraterna, onde haja igualdade de direitos e deveres - «tem pautado a sua intervenção na área do ensino, pela luta de um princípio que se encontra consagrado na Constituição da República, o de que a educação deve ser universal e tendencialmente gratuita», afirmam os jovens comunistas dos Açores.
Entretanto, «os governos PSD, PS e actualmente o PSD/CDS-PP, têm efectuado reformas e contra-reformas do sistema de ensino que não tem resolvido os problemas de fundo com que se depara o sector», denuncia a JCP.
A JCP sublinhou ainda que a actual revisão curricular que o Governo pretende implementar no nosso país, «irá nada mais, nada menos, que terminar com o carácter público, elitizando mais o sistema. Ao pretender que as escolas sejam geridas por gestores privados, o Governo, baseado na óptica do lucro fácil, pretende reduzir custos, ou seja, reduzir ainda mais as precárias condições em que se encontram os estudantes portugueses», continuam.
Educação pública, gratuita e de qualidade, introdução da disciplina de educação sexual das escolas da região, diminuição do número de alunos por turma e escolas com melhores condições técnicas e humanas, são algumas das muitas, reivindicações dos jovens comunistas.
Protesto contra política educativa
Quatro associações académicas iniciaram, na passada semana, um percurso de estafeta em bicicleta que terminou sexta-feira no Ministério da Ciência e do Ensino Superior (MCES). O objectivo desta iniciativa, que arrancou no Dia do Estudante, é protestar contra o actual estado da política educativa.
A acção, integrada na jornada de reivindicações do Movimento Associativo Nacional (MAN), contou com a participação da Federação Académica do Porto (FAP), a Federação Nacional do Ensino Superior Particular e Cooperativo (FNESPC), a Associação de Estudantes do Instituto Superior Técnico (IST), de Lisboa, e a Associação Académica do Algarve (AAAlg).
A «Estafeta pelo Ensino Superior em Bicicleta» partiu da Ponte D. Luís, no Porto, rumo a Lisboa. Durante, o percurso os dirigentes associativos percorreram algumas cidades do País com o objectivo de recrutar apoiantes para o movimento MAN.
Após a chegada a Lisboa, os estudantes manifestaram-se em frente ao MCES, e entregaram ao ministro as propostas do movimento.
Entretanto, «os governos PSD, PS e actualmente o PSD/CDS-PP, têm efectuado reformas e contra-reformas do sistema de ensino que não tem resolvido os problemas de fundo com que se depara o sector», denuncia a JCP.
A JCP sublinhou ainda que a actual revisão curricular que o Governo pretende implementar no nosso país, «irá nada mais, nada menos, que terminar com o carácter público, elitizando mais o sistema. Ao pretender que as escolas sejam geridas por gestores privados, o Governo, baseado na óptica do lucro fácil, pretende reduzir custos, ou seja, reduzir ainda mais as precárias condições em que se encontram os estudantes portugueses», continuam.
Educação pública, gratuita e de qualidade, introdução da disciplina de educação sexual das escolas da região, diminuição do número de alunos por turma e escolas com melhores condições técnicas e humanas, são algumas das muitas, reivindicações dos jovens comunistas.
Protesto contra política educativa
Quatro associações académicas iniciaram, na passada semana, um percurso de estafeta em bicicleta que terminou sexta-feira no Ministério da Ciência e do Ensino Superior (MCES). O objectivo desta iniciativa, que arrancou no Dia do Estudante, é protestar contra o actual estado da política educativa.
A acção, integrada na jornada de reivindicações do Movimento Associativo Nacional (MAN), contou com a participação da Federação Académica do Porto (FAP), a Federação Nacional do Ensino Superior Particular e Cooperativo (FNESPC), a Associação de Estudantes do Instituto Superior Técnico (IST), de Lisboa, e a Associação Académica do Algarve (AAAlg).
A «Estafeta pelo Ensino Superior em Bicicleta» partiu da Ponte D. Luís, no Porto, rumo a Lisboa. Durante, o percurso os dirigentes associativos percorreram algumas cidades do País com o objectivo de recrutar apoiantes para o movimento MAN.
Após a chegada a Lisboa, os estudantes manifestaram-se em frente ao MCES, e entregaram ao ministro as propostas do movimento.