Milhões para a guerra, cortes para os povos
Para a guerra e os armamentos não falta dinheiro. Para combater a pobreza, melhorar os salários e pensões, garantir o direito à habitação ou reforçar os serviços públicos, multiplicam-se as desculpas e invoca-se a escassez de recursos. O Orçamento da União Europeia para 2027, o último do actual Quadro Financeiro Plurianual, é bem revelador destas prioridades.
Sacrifica-se as políticas sociais, de coesão e de investimento público para pagar as opções da promoção da militarização, da guerra e da corrida aos armamentos. E a votação no Parlamento Europeu foi particularmente esclarecedora sobre...
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