Estado na GALP é «rentista»
O Estado detém 8,42 por cento da GALP Energia, mas isso não se reflecte em influência nem em peso na gestão, observou a Comissão Central de Trabalhadores (CCT) da Petrogal.
Num comunicado de dia 20, a propósito da participação pública minoritária em empresas consideradas estratégicas, a CCT salientou que, na GALP, o Estado «aceita os dividendos do monopólio, mas recusa exercer a influência que justificaria a participação», ou seja, «recebe como rentista e abstém-se como accionista».
Para a CCT, «isto não é estatismo, é uma perversão liberal do papel do Estado na gestão das empresas...
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