“Felizmente Há Luar”, a propósito do centenário de Luís de Sttau-Monteiro

Domingos Lobo
O teatro épico é a tentativa mais ampla e mais radical de criação de um grande teatro moderno; cabe-lhe vencer as mesmas imensas dificuldades que, no domínio da política, da filosofia, da ciência e da arte, todas as forças com vitalidade têm de vencer.1 Bertolt Brecht e o seu conceito de teatro épico teve influência determinante, em início dos anos 1960, em alguns autores progressistas como José Cardoso Pires, com “O Render dos Heróis”; Luís Sttau Monteiro, com “Felizmente Há Luar” e “As Mãos de Abraão Zacut”; Luzia Maria Martins, com “Bocage”, “Alma Sem Mundo”...

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