Condições penosas na Accenture
O CESP reuniu com a Accenture no Ministério do Trabalho no dia 12 para analisar o que considera ser diversas «situações graves». Em concreto, a estrutura refere que o trabalho é realizado em ritmos intensos e à frente de ecrãs, num contexto de obras no edifício, sem condições ergonómicas, com exposição prolongada a conteúdos sensíveis e sob «controlo apertado» até de idas à casa de banho.
O sindicato transmitiu à empresa que já recebeu testemunhos onde se refere stress, dores de cabeça, náuseas e, mesmo, tentativas de suicídio.
Perante este cenário, refere o CESP, a empresa não apresentou soluções concretas e refugiou-se em questões formais e processuais.
Além de mais apoio psicológico, respeito pelas pausas e melhoria das condições laborais, os trabalhadores exigem o fim das práticas de pressão e assédio e a atribuição de um suplemento de penosidade de 15 por cento do salário.
Para hoje está prevista nova reunião com a empresa.




