SINTAF contra escândalo
Os trabalhadores do Novo Banco – que tiveram aumentos salariais de três por cento, em 2024, e de 2,5 por cento, em 2025 – viram recusados, para 2026, os 15 por cento, com um mínimo de 150 euros, propostos pelo SINTAF/CGTP-IN. O Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira, em comunicado de dia 13, contou que esta posição patronal foi justificada com a impossibilidade de acomodar tais aumentos nas contas do banco. Só que, como foi noticiado, o Novo Banco pagou, em 2025, 2,26 milhões de euros ao administrador executivo (CEO). Todo o conselho de administração recebeu mais 42 por cento do que em 2024. «Isto é vergonhoso, obsceno e escandaloso, para os trabalhadores», protestou o SINTAF, acrescentando que «este escândalo é transversal a toda a banca».




