Não à agressão dos EUA contra a Venezuela
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e a Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC) promoveram ao final da tarde de terça-feira, 16, uma acção de solidariedade com os povos da América Latina, contra a agressão dos EUA à Venezuela. Concentradas junto à estátua do “Libertador” Simón Bolívar, na Avenida da Liberdade, dezenas de pessoas rejeitaram a ingerência e as ameaças do imperialismo contra a Venezuela e outros Estados da região e defenderam o direito dos povos à paz, ao desenvolvimento e a disporem dos seus recursos.
Intervindo em nome das organizações promotoras, Sandra Pereira, da AAPC, garantiu que o que ali se fazia era «exigir o cumprimento dos princípios do direito internacional, consagrados na Carta das Nações Unidas», que estão a ser violados, uma vez mais, pelos EUA. Longe de ter quaisquer preocupações com a “democracia” ou o “narcotráfico”, o que move o imperialismo é a intenção de se apoderar, «de novo, dos imensos recursos naturais da Venezuela, país que tem as maiores reservas de petróleo do mundo e é rico em gás natural, ouro, água doce e diversos minerais raros de grande utilização industrial», acrescentou.
Isabel Camarinha, do CPPC, anunciou a entrega ao primeiro-ministro, hoje, de uma Carta Aberta subscrita por seis organizações contra a agressão à Venezuela.
Sara Ocidental
Hoje, às 18h00, realiza-se na Fundação José Saramago, em Lisboa, uma conversa com participantes na visita solidária aos acampamentos de refugiados sarauís. A iniciativa é convocada pelo CPPC.




