Assembleia da Paz do CPPC elege novos órgãos e define prioridades de acção
O auditório da CGTP-IN, em Lisboa, acolheu no sábado a Assembleia da Paz, do CPPC, que avaliou a ampla e multifacetada intervenção realizada no último biénio, elegeu os novos órgãos sociais e definiu as linhas de intervenção para os próximos dois anos.
No plano de acção aprovado ficaram consagrados os cinco eixos centrais de intervenção: 1. O militarismo e a guerra, a paz e o desarmamento; 2. A solidariedade com os povos; 3. O movimento da paz em Portugal; 4. As relações internacionais e o Conselho Mundial da Paz; 5. A organização e funcionamento do CPPC. No Plano de Actividades para 2026 ficou inscrita a realização de uma Campanha em Defesa da Paz, que prossiga, consolide e alargue a base de apoio das concentrações e manifestações pela paz, do IV Encontro pela Paz e da Campanha de Solidariedade com o Povo Palestiniano, subscrita já por mais de 140 organizações de várias áreas de intervenção.
Assinalar os 50 anos da Constituição da República Portuguesa, em cujo artigo 7.º se encontram inscritos os valores e princípios que regem o CPPC, e da formalização legal do Conselho Português para a Paz e Cooperação, também foram decisões assumidas na assembleia. A direcção nacional e a mesa da Assembleia têm novas presidentes, respectivamente Isabel Camarinha e Deolinda Machado.




