Candidatura de António Filipe pela valorização dos direitos

António Filipe desdobra-se em encontros, audições e reuniões para se inteirar mais a fundo dos problemas que afectam importantes sectores sociais e conhecer o trabalho de diversas entidades que sobre eles se debruçam.

A Constituição consagra um vasto conjunto de direitos que têm de ser realidade para todos

O candidato a Presidente da República, António Filipe, encontrou-se na segunda-feira, 29 de Setembro, com representantes de associações profissionais de militares. O encontro ocorreu na sede da Associação Nacional de Sargentos, em Lisboa, e versou sobre questões relacionadas com o estatuto profissional dos militares e as carências do sector. O candidato defendeu a valorização dos militares e o reforço da capacidade das Forças Armadas para cumprirem os seus deveres constitucionais. Rejeitou a submissão à NATO, a corrida aos armamentos e a participação de militares portugueses em aventuras belicistas.

Já no dia 26, o candidato tinha estado reunido, no Porto, com dirigentes sindicais e associativos da PSP e da GNR. A revisão das carreiras esteve no centro da discussão, tendo os profissionais e o candidato concordado na sua urgência. Para António Filipe, a missão que aquelas pessoas desempenham é de fundamental importância para a garantia do direito constitucional das populações à segurança, pelo que devem ser valorizados como tal.

Na sua declaração de candidatura, António Filipe sublinha a necessidade de valorização profissional de quem assegura serviços essenciais em diversos sectores, incluindo nas forças de segurança e nas Forças Armadas.

Garantias em primeiro plano

O acesso ao desporto, à cultura e ao lazer e as condições para o assegurar estiveram em destaque na reunião de António Filipe com a Confederação Portuguesa de Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, realizada na sexta-feira, 26. A Confederação congrega 35 mil colectividades e associações cujas actividades são suportadas por mais de 400 mil dirigentes voluntários: são estas estruturas e estas pessoas que garantem aqueles direitos, de que outra forma não seriam acessíveis à generalidade da população. António Filipe valorizou esta «escola de democracia e participação» e garantiu que o apoio ao associativismo popular é um «imperativo constitucional que não deve ser esquecido».

Num encontro do candidato com representantes da Obra Vicentina de Auxílio aos Reclusos, partilhou-se ideias relativamente a preocupações comuns quanto aos direitos dos reclusos e respectivas famílias. Na abordagem às várias dimensões do sistema prisional, não pode ficar para segundo plano a reinserção social.

 



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