- Nº 2705 (2025/10/2)
Paulo Raimundo por Lisboa, Setúbal, Alentejo, Algarve, Coimbra e Açores

Valorizar o Poder Local

Em Foco

A pouco mais de uma semana das eleições de 12 de Outubro, as iniciativas com o Secretário-Geral vão sendo marcadas por muita força, alegria e confiança num resultado que permita avançar por todo o País.

A cada semana que passa se torna mais evidente que não é indiferente se a força do povo tem mais ou menos força nestas próximas eleições autárquicas. Na CDU, estão aqueles que, face ao anúncios da descida do IRC, exigem melhores salários, que face à ideia de que 2300 euros é um valor “moderado” para uma renda, exigem mais e melhor habitação pública, que face a mais um fim-de-semana marcado por urgências fechadas, lutam para salvar o SNS, o único que cuida sem olhar para a carteira de cada um.

Como Paulo Raimundo afirmou em diferentes iniciativas, os meios e recursos daqueles que representam interesses antagónicos aos do povo e das populações são vastos, das horas de emissões televisivas às colunas nos jornais. Contra estes, a CDU tem a ligação à vida, o património de intervenção e a razão de um projecto erguido pelas mãos de quem quer viver melhor nas suas terras.

Nos 9 dias de campanha que faltam cabem muitas conversas, muito esclarecimento e muito voto conquistado. Ao trabalho!

 

Continuar a defender a Figueira da Foz

«A CDU ficará para sempre na História de Brenha», afirmou Luís Silva, candidato da CDU nesta freguesia do concelho da Figueira da Foz, onde decorreu a sessão pública da passada terça-feira. Foi «a única força que não abandonou o povo» na sua luta de 12 anos pela reposição da freguesia. Representada na Assembleia Municipal, a CDU deu provas de um trabalho sério e insubstituível. Silvina Queiroz, eleita na Assembleia Municipal, destacou a persistência da CDU na luta pelo bom funcionamento do centro de saúde, assim como a luta pela valorização dos espaços verdes do concelho, como no caso da urbanização do bairro da fonte nova. O primeiro candidato à Câmara Municial da Figueira da Foz, Paulo Ferreira, destacou enquanto prioridade a «criação de uma unidade de cuidados continuados e paliativos» e a valorização do movimento associativo.

 

Os Açores não estão condenados

Os Açores não podem «ser transformados num resort turístico», afirmou Paulo Raimundo, numa sessão pública nesta região que «pode e deve produzir muito mais».

Nesta sessão ficou patente a determinação daqueles que não vergam perante as dificuldades e continuam a apresentar a única alternativa séria e competente para mudar o rumo da Região Autónoma.

Marco Varela, coordenador do PCP nos Açores, deu conta da composição das listas da CDU no arquipélago onde, tal como por todo o País, fica patente o papel destacado dos independentes e das mulheres.

Henrique Levy, independente e candidato à presidência da Câmara de Ponta Delgada, afirmou que «mudar significa quebrar o ciclo de pobreza e de exploração que tem aprisionado os Açores», acrescentando a importância de «afirmar a cultura e o desporto como raízes de identidade e pilares de coesão, capazes de unir comunidades e de preparar o futuro.»

 

Silves em boas mãos da serra ao mar

Na “Capital da laranja” é o azul da CDU que tem pintado os destinos do concelho ao longo dos últimos 12 anos. Anos de valorização da plenitude do território deste município «da serra ao mar», como afirma a frase de campanha da CDU.

Num muito participado jantar, a chamada dos candidatos da CDU ao palco foi exemplificativo do espírito que caracteriza esta coligação. Nome após nome, o entusiasmo da sala ia-se manifestando de forma continuada e expressiva, numa forma de estar apenas alcançável quando em cada pessoa se manifesta algo maior que ela própria, uma força colectiva que transforma a realidade todos os dias. Ninguém é esquecido, nem fica para trás e «se há coisa que a CDU não deixa para trás, é o papel das associações, das IPSS, dos bombeiros e das juntas de freguesia», afirmou Luísa Conduto, actual vice-presidente e candidata à presidência da CMde Silves, sintetizando a proximidade distintiva que a gestão CDU assegura.

 

Manter a confiança dos monfortenses

«Quem conhece a CDU, confia», salientou Paulo Raimundo naquela que foi a sua primeira, mas não última, visita a Monforte – concelho gerido pela CDU. Aquando da sua chegada, realizava-se, na praça ao lado, o Dia das Associações, uma das muitas iniciativas realizadas pela CM em conjunto com o movimento associativo e forças vivas do concelho. «Em eleições autárquicas, conseguimos mostrar o que somos, o que fazemos, como fazemos, qual é o nosso projecto e a quem este se dirige», afirmou o Secretário-Geral após contactar com a população. «Fazemo-lo com o movimento associativo, com as forças vivas do concelho, mas sempre», advertiu, «com o foco colocado na população e nos seus problemas, nos mais desfavorecidos, nos mais idosos e nas crianças».

Fernando Saião, candidato a presidente da CM de Monforte, falou da força e energia que há na CDU para enfrentar os muitos desafios do futuro, assegurando que os monfortenses têm razões redobradas, como sempre, para confiar nos seus candidatos e eleitos. Continuar uma «estratégia de investimento e captação de fundos comunitários e europeus para continuar a «imensa obra CDU» e assim melhorar a qualidade de vida da população, foi uma das prioridades assinaladas pelo candidato.

 

Continuar a vasta obra da CDU em Avis

Em Avis, foi sempre a CDU quem governou os destinos da autarquia. Algo que se reflecte na obra pública realizada ao longo dos anos e na qualidade de vida dos avisenses. No almoço de sábado, Manuel Coelho, candidato à presidência da CM, salientou que não se encontra, noutra força política, paralelo ao trabalho realizado pela CDU – sempre «inovadora e profundamente respeitadora dos direitos da população».

Como explicou Manuel Coelho, as listas da CDU em Avis contam com 177 candidatos, dos quais 47 por cento são mulheres: «este é um número que comprova que, na CDU, as mulheres contam e participam por mérito próprio, pelo papel que desempenham nas várias esferas da vida e da nossa comunidade. E não por resposta a qualquer imposição legal», afirmou. «Esta gente não fala de cor dos problemas da vida. Conhecemo-los, não porque ouvimos falar, mas porque os sentimos e quando os resolvemos, não é apenas pelos outros, mas também por nós», garantiu Paulo Raimundo.

 

PS fez Montemor-o-Novo parar

Um pavilhão cheio recebeu o jantar-comício da CDU em Montemor-o-Novo. No concelho alentejano, o desafio central dos próximos dias é «contactar, contactar, contactar», salientou Paulo Raimundo. Para o Secretário-Geral são três as ideias-chave a retirar do último mandato na CM: desilusão para todos aqueles que se deixaram ir no «canto de sereia do PS»; a «paragem» do concelho; e o seu «retrocesso». «O PS mostrou zero trabalho, zero obra e zero avanços. Limitou-se apenas a cortar as fitas do nosso trabalho e esforço», criticou ainda.

Carlos Pinto de Sá, candidato à CM, escalpelizou todas as promessas feitas pelo PS há quatro anos e que estão ainda por cumprir. Em destaque esteve igualmente a questão da habitação, área sobre a qual a CDU se propõe trabalhar. Entre as propostas da coligação PCP-PEV está, por exemplo, a revisão da estratégia local de habitação e a exigência de mais financiamento para a resolução do problema.

António Danado, cabeça de lista à AM, valorizou os cerca de 207 candidatos que integram as listas da CDU em Montemor-o-Novo, a única força que concorre a todos os órgãos municipais e assembleias de freguesia.

 

Continuar a investir no futuro da Vidigueira

«Estamos aqui não só para celebrar o caminho já percorrido mas, também, para traçar o futuro». A frase, dita na sessão pública da CDU no dia 28, é de Rui Raposo, que é, pela terceira vez, candidato a presidente da Câmara da Vidigueira, concelho onde cada canto tem a marca de décadas de gestão PCP-PEV.

Na iniciativa, a que se seguiu um almoço de convívio entre apoiantes, nem a chuva foi capaz de desmobilizar as centenas de pessoas presentes, abrigadas pelo Mercado Municipal da Vidigueira, edifício requalificado em 2018, sob gestão CDU. Apenas mais uma das muitas obras da Coligação no concelho, muitas das quais (já realizadas ou planeadas) foram recordadas por João Carlos Góis, cabeça-de-lista à Assembleia Municipal, como a reabilitação de escolas, a construção de habitação para arrendamento acessível, um cine-teatro ou a reabilitação do complexo de piscinas.

Na mesa da sessão, além de Paulo Raimundo e dos oradores, estiveram dirigentes do Partido e os candidatos às freguesias

 

Obra feita em Setúbal contra campanha de mentiras

Centenas e centenas de apoiantes reuniram, no dia 28, no Auditório Bocage, para o grande comício da CDU em Setúbal, onde o actual presidente da Câmara e recandidato ao cargo, André Martins, referiu a importância da candidatura agora aprovada da Arrábida a Reserva da Biosfera – esforço conjunto dos executivos PCP-PEV da cidade sadina, de Palmela e Sesimbra. O candidato também sublinhou a importância de recentes conquistas, como a recuperação da gestão pública da água ou a rescisão do contrato de concessão privada do estacionamento tarifado, apontando a habitação, educação e mobilidade como prioridades de um próximo mandato.

Tanto João Pires, cabeça de lista à Assembleia Municipal, como Heloísa Apolónia, dirigente do PEV, criticaram as demais forças políticas, assentes na demagogia e na mentira, destacando o compromisso da CDU com o desenvolvimento sustentável de Setúbal, sob o lema «trabalho, honestidade, competência».

No comício, aberto por um concerto da banda Os Massacotes, também interveio a independente Helena de Matos, mandatária concelhia.

 

Parar a venda do Barreiro «às fatias»

«Gestão sem uma ideia de cidade». Foi com estas palavras que, no jantar-comício da CDU no Barreiro, no dia 28, José Luís Ferreira, primeiro candidato à Assembleia Municipal, descreveu o actual executivo PS, referindo que se trata de uma gestão que tenta «vender o Barreiro às fatias» – sendo exemplo a venda de terrenos para a CUF.

No mesmo sentido, Jéssica Pereira, candidata a presidente da Câmara, apontou a CDU como a única alternativa no concelho, entendendo-a como a «força capaz de exigir projectos estruturantes» (como as pontes para Lisboa e Seixal), reivindicar o pleno funcionamento do hospital da cidade (dizendo, inclusive, que «o PS tem sido o carrasco do hospital público», preferindo apoiar a CUF), afirmando ser «possível ter um hospital aberto a tempo inteiro. A renovação das escolas geridas pelo município ou a aposta na limpeza e higiene urbanas (hoje privatizadas) foram outras áreas-chave elencadas.