Políticas de censura, antilaborais e militaristas
A Assembleia discutiu, no dia 18, a autorização para que o Governo legisle sobre a transposição, para o direito português, de duas normas da UE sobre «medidas destinadas a garantir um elevado nível comum de cibersegurança» e o «combate à difusão de conteúdos terroristas em linha».
Acerca da primeira, Paula Santos rejeitou a Estratégia de Cibersegurança da UE, que insiste em «políticas lesivas dos direitos dos trabalhadores» e de «cariz militar e securitário». Relativamente à segunda, considerou que «pode resultar na criação de mecanismos de censura e cerceamento à liberdade de expressão».
A líder parlamentar referiu pareceres de entidades como o Centro Nacional de Cibersegurança ou a Ordem dos Advogados.




