Saúde no Litoral Alentejano
A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano esteve reunida com o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde. Em nota de imprensa, divulgou algumas das informações recolhidas, que considera «muito preocupantes»: na região há cerca de 27 mil utentes sem médico de família, sendo Odemira o caso mais grave; os utentes da localidade de Canal Caveira só têm atendimento médico uma vez por mês; as obras do novo edifício do Centro de Saúde de Santiago do Cacém “derraparam”; há serviços privatizados no seio da Unidade Local de Saúde; os tempos de consulta e cirurgia no hospital não são cumpridos. A coordenadora defende a contratação de mais profissionais, a interrupção ou reversão das privatizações, a construção da maternidade no hospital e o fim das taxas moderadoras.




