«Agenda retrógrada»
Paula Santos denunciou, no dia 16, a forma apressada com que foi imposta a votação das propostas do Governo (acordadas com o CH) relativas às restrições à imigração e ao reagrupamento familiar, e à criação de uma unidade de estrangeiros e fronteiras na PSP.
«Estamos perante um processo que decorreu de uma forma que não deveria», sublinhou, referindo que se tratou de «uma imposição por PSD, CDS e CH», que «impediu a AR de fazer um trabalho sério, ponderado, com reflexão» e «as audições de associações, cujos elementos seriam importantes», esclareceu.
Além disso, destacou, «não houve aqui uma cedência ao CH» – houve, sim, mais um momento de revelação da «agenda retrógrada do PSD e CDS, de atacar direitos».
«Estamos perante um grande retrocesso sem qualquer humanismo», vincou, frisando que «PSD, CDS e CH querem expor os imigrantes à exploração, às máfias, para que possam não ver garantidos os seus direitos».




