«Banco» de horas derrotado
O cancelamento do referendo ao «banco» de horas, «ilegalmente marcado para o dia 3 de Julho» na Associação Luiz Pereira Motta, foi saudado pelo Sindicato da Hotelaria do Sul, que considerou tratar-se de «uma vitória clara dos trabalhadores, do movimento sindical e da defesa intransigente dos direitos laborais nas instituições particulares de solidariedade social».
O sindicato da FESAHT/CGTP-IN, numa nota de imprensa, relatou que, «apesar da responsabilidade social que deveria orientar a sua actuação», aquela IPSS «tem violado, de forma reiterada, o Contrato Colectivo de Trabalho, nomeadamente recusando-se a pagar o trabalho extraordinário e a conceder o respectivo descanso compensatório». Essas horas são depositadas «numa “conta-corrente” sem base legal» e que «desaparece no final de cada ano, sem que os trabalhadores sejam compensados».
Perante a indignação dos trabalhadores e a intervenção do sindicato, a direcção tentou «legitimar um regime de banco de horas grupal», que marcou para 26 de Maio e depois suspendeu, para depois o reagendar e cancelar.




