Exclusão marca apreciação do RASI
Lusa
No dia 25, a AR apreciou o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2024, cujo teor, referiu Paula Santos, fica marcado pela exclusão da perigosidade das organizações de extrema-direita.
A parlamentar criticou a ausência de explicações do Governo em relação a este assunto, tanto mais que, dias depois, verificaram-se actos violentos praticados pela extrema-direita e o desmantelamento, pela PJ, de uma organização terrorista desta natureza.
Paula Santos apontou que o RASI peca, também, por estabelecer «comparações abusivas entre extrema-direita e o que quer que se queira considerar “extrema-esquerda”», no que classificou como «falsas equivalências».
«Em termos de criminalidade geral, o RASI regista uma descida global, apesar de um aumento da criminalidade violenta», referiu, frisando que os números não justificam discursos securitários nem «rusgas espectáculo» dirigidas a imigrantes.
A deputada destacou, igualmente, preocupação com os números da violência doméstica.




