Teatro
Terminal, texto de Inês Barahona, que conclui um díptico iniciado em 2021, com O Estado do Mundo (Quando Acordas), com encenação de Miguel Fragata, pela companhia Formiga Atómica, marca o início do 41.º Festival de Almada, que se prolonga até dia 18.
Hoje, 4, 22h00, no Palco Grande da Escola D. António da Costa , Almada.
Um eléctrico chamado desejo, de Tennessee Williams, com encenação de Bruno Bravo, numa produção da Primeiro Sintomas.
De 2 a 14, terça a sábado, 21h00, domingo, 16h00, no Centro de Artes de Lisboa.
Qual a cor da liberdade?, pelo Teatro Independente de Loures. Esta é uma iniciativa solidária, revertendo o valor dos bilhetes na totalidade para a Associação Portuguesa de Deficientes (APD). Reservas podem ser feitas para 213 889 883/4 ou [email protected]
Dia 6, 21h30, na Cooperativa A Sacavenense, Sacavém.