Lay-off em Sines
A renovação por mais seis meses do lay-off na Indorama, concretizada em Março, torna evidente não haver «nenhuma solução nem para o futuro da empresa, nem para os trabalhadores», denuncia o PCP: «A situação dos trabalhadores, a viver com 66% dos salários há mais de seis meses tem tendência para agravar-se com o passar do tempo, servindo os interesses da empresa de promover também um despedimento encapotado na medida em que aqueles são forçados a abandonar o seu posto de trabalho pelas circunstâncias difíceis em que se encontram ou falta de perspectivas de futuro.»
Perante a actual situação de impasse aparente, óbvio prejuízo para os trabalhadores e ausência de respostas, tanto da empresa como do Governo, «fica evidente a inexistência de utilidade do lay-off para a salvaguarda dos empregos».