Recorde no IndieLisboa
O 21.º Festival de Cinema IndieLisboa, que decorreu de 23 de Maio a 2 de Junho, contou com oito longas-metragens e 18 «curtas» de autores nacionais, todas em estreia nacional ou mundial, o maior número de sempre em competição. Para O Ouro e o Mundo, de Ico Costa, foi o prémio de melhor longa-metragem portuguesa. Nas curtas-metragens, venceu Tão Pequeninas, Tinham Ar de Serem Já Crescidas, de Tânia Dinis. Como melhor realização para longa-metragem portuguesa, foram distinguidos Greice, de Leonardo Mouramateus, e Mãos de Fogo, de Margarida Gil. O prémio Novo Talento nacional foi para Nunca é Demasiado Tempo, de Bruno Ferreira. Uma menção especial distinguiu Kudibanguela, de Bernardo de Magalhães.
A par da competição, em várias secções, foram apresentadas retrospectivas, dedicadas a Kamal Aljafari, artista visual e realizador palestiniano que integrou o júri do IndieLisboa, e ao Movimento das Forças Armadas, assinalando os 50 anos do 25 de Abril.