Inicia-se amanhã, 18, a greve dos vigilantes da natureza das áreas protegidas afectos à Agência Portuguesa do Ambiente e às Comissões de Coordenação e Desenvolvimento regional. A luta, que nesse mesmo dia tem expressão concentrada frente ao Ministério do Ambiente, em Lisboa, tem como principais motivos a «valorização da carreiras, o reforço de efectivos e a melhoria das condições de trabalho», informou a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais.
Já no Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os trabalhadores com funções de observação, vigilância, previsão e comunicação meteorológica geral e aeronáutica, sísmica e de tsunamis, que prestam trabalho em regime de turnos, cumpriram, anteontem, 15, uma greve pelo pagamento do trabalho prestado em dias feriados, devido desde Janeiro deste ano.
Além daquela, matérias como a criação de uma carreira especial, a regulamentação do trabalho por turnos e de prevenção e o reforço do serviço público também continuam sem resposta.
No SEPNA/GNR, por outro lado, os guardas florestais desconvocaram a greve de 24 horas, prevista para segunda-feira, 14, depois de a secretária de Estado da Protecção Civil ter garantido à Federação que, no início de Setembro, entrega uma proposta concreta para a transição daqueles profissionais para a carreira militar.