Cem anos de Celeste Rodrigues
O Museu do Fado inaugurou, no dia 14, a exposição Celeste para homenagear a fadista Celeste Rodrigues, irmã mais nova da Amália Rodrigues, nos 100 anos do seu nascimento. A cantora morreu em 2018, aos 95 anos.
A exposição, que estará patente até Setembro, visa mostrar o percurso que a cantora fez ao longo de mais de 70 anos de carreira, uma das mais longas no mundo do fado.
Na terça-feira passada, foi também apresentado uma fotobiografia sobre a cantora, organizada e escrita por Varela Silva, neto, cineasta e curador da exposição. A obra recapitula a vida da cantora, desde o seu nascimento, no Fundão, em 1923, até ao seu último concerto no Tivoli, em Lisboa, poucos meses antes de morrer.