Vila Franca de Xira

O Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) do Estuário do Tejo esteve reunido, em Dezembro, com o presidente e um vogal do Conselho de Administração do Hospital de Vila Franca de Xira. No passado dia 18, os utentes voltaram a reunir com a directora executiva e o Conselho Clínico e de Saúde do ACES Estuário do Tejo. Em ambas as iniciativas assinalou-se, por exemplo, que na área da Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) há 700 mil utentes sem médico de família (70 por cento do todo nacional).

«Das reuniões recebemos a informação sincera de que não só não se vislumbram soluções a breve prazo como se prevê que a situação se agrave», informa o MUSP, que exige a valorização dos profissionais e das suas carreiras; a tomada de todas as medidas para garantir a contratação de médicos; que se estude a hipótese de o Estado proteger o investimento público dos anos na formação dos profissionais de Saúde, impondo um tempo mínimo de prestação de serviço público, como acontece com outras profissões no nosso País e noutros países da União Europeia; que se reabram unidades encerradas.

 

 



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