Exército privatiza

«Privatizar completamente os fornecimentos aos ramos das Forças Armadas é um erro que vai ser pago caro e que não devia ser cometido, numa altura em que ficou evidente, com a epidemia, que não se deve brincar com a nossa soberania e independência nem colocar em causa a operacionalidade das instituições do Estado, deixando-as à mercê do “mercado”», comentou o Steffas/CGTP-IN, no dia 15, a propósito do encerramento do «Destacamento de Xabregas». Integrado no Comando da Logística do Exército, operava na Rua do Grilo (Beato, Lisboa), sucedendo à Manutenção Militar, estabelecimento fabril do exército que ali funcionou durante mais de um século.

Este encerramento e a adjudicação, a uma das grandes multinacionais do ramo, do fornecimento de refeições às unidades da região de Lisboa, comprova-se que «foram palavras vãs» as garantias de que seria sempre mantido um núcleo próprio do Exército para confecção e fornecimento de refeições, dadas por altos responsáveis militares e políticos, na altura da extinção da Manutenção Militar e sua transformação numa efémera «MM Gestão Partilhada».

 



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