Assumamo-lo: o novo normal está para ficar. Mas discutamos, por favor, a sua natureza e as consequências do seu prolongamento: em que ficarão as juras de priorização dos serviços públicos (o SNS e a Educação, que deixaram para trás milhões de pacientes e de estudantes)?”

(Manuel Loff, Público, 29.12.20)

 

Internamente, 2021 poderá comprovar a solidez da recuperação da economia chinesa pós-covid-19.”

(José Carlos Matias, Diário de Notícias, 29.12.20)

 

Uma primeira nota vai para o agravamento das desigualdades sociais, vincado em múltiplos estudos nacionais e internacionais que mostram o impacto da pandemia a vários níveis – na educação, no acesso à saúde, nas condições económicas das famílias.”

(Inês Cardoso, TSF, 30.12.20)

 

A Lava-Jato, sublinhe-se, alvejou membros de 33 partidos. E o mais atingido não foi o PT de Lula mas sim o PP, onde militava Bolsonaro.”

(João Almeida Moreira, Diário de Notícias, 31.12.20)

 

O melhor antídoto para o seu crescimento [da extrema-direita] é uma política que garanta mais justiça e igualdade, acesso a serviços públicos de qualidade, salários e reformas dignos, lisura no exercício dos cargos públicos. É aí que encontraremos a beleza de derrotar fascistas!”

(Bernardino Soares, Diário de Notícias, 4.1.21)

 

O sector empresarial estatal chinês é enorme (…) Este sector é tão grande que representará já cerca de 5% do PIB mundial.”

(Ricardo Cabral, Público, 4.1.21)

 

África está fora dos planos de vacinação prioritários. Argumentar que isso se deve ao facto de a pandemia não ter atingido o continente com a mesma intensidade que as demais regiões do mundo é quase indigente.”

(João Melo, Diário de Notícias, 5.1.21)