Os portugueses na diáspora não podem ser esquecidos

João Ferreira enviou, no segundo dia do novo ano, uma mensagem aos portugueses que, pelas mais diversas razões, vivem e trabalham fora do País. Aí, garante que a candidatura que assume «não esquece nem vira a cara a todos aqueles que, estando fora de Portugal, acompanham e sentem o seu País». Até porque, acrescenta, são muitos os portugueses na diáspora «que se sentem abandonados».

Nos últimos anos, lembrou João Ferreira, vários serviços consulares encerraram e outros passaram a concentrar valências, obrigando os emigrantes a constantes viagens de pelo menos centenas de quilómetros. De forma semelhante, são muitos os que têm sido privados do direito constitucional à língua materna devido ao pagamento de propinas nos ensinos Básico e Secundário em Português, à não gratuitidade dos manuais escolares e à não contratação dos professores necessários. Também as bolsas de pobreza têm crescido entre a comunidade portuguesa em vários países, sublinhou o candidato.

Para a candidatura de João Ferreira, este é um rumo que urge inverter. «A todos os portugueses na diáspora, em todos os continentes (…), por muito longe que estejam, queremos que estejam sempre perto».




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