Valorizar o trabalho e os trabalhadores deve ser prioridade da acção política

João Ferreira recebeu, na semana passada, o apoio dos dois anteriores secretários-gerais da CGTP-IN, Arménio Carlos e Manuel Carvalho da Silva, atestando um compromisso comum com os interesses, direitos e aspirações dos trabalhadores, com a valorização dos seus salários e do seu trabalho.

O encontro com Arménio Carlos teve lugar no dia 2 de Janeiro, com aquele que foi Secretário-geral da Intersindical entre 2012 e 2020 a afirmar que as eleições para Presidente da República constituem um «momento importante para a participação de todos», no qual não se pode «deixar na mãos dos outros aquilo que nos compete fazer», ou seja, «participar civicamente e escolher o caminho que queremos para Portugal».

Na mensagem que gravou para manifestar o seu apoio a João Ferreira, Arménio Carlos afirmou ainda que a 24 de Janeiro, «trabalhadores, reformados, jovens, desempregados, todos sem excepção», poderão dar um sinal do rumo que querem para Portugal. Para o antigo dirigente sindical, esse rumo passa pelo «rejuvenescimento, pela renovação e por acreditar que o País tem futuro». João Ferreira, concluiu, é o «candidato que pode protagonizar o desejo de melhores salários, emprego mais estável, melhores horários e de mais futuro para os jovens».

Já Manuel Carvalho da Silva esteve reunido com João Ferreira a 29 de Dezembro. A conversa centrou-se na situação dos trabalhadores em Portugal, cujos direitos se encontram sob intenso ataque, e os baixos salários, a precariedade, o desemprego e os horários desregulados fazem parte do seu quotidiano. Na ocasião, o ex-sindicalista incentivou João Ferreira a continuar a sua linha de intervenção, a qual considera indispensável na sociedade portuguesa: «No conjunto das candidaturas que se apresentam, esta é aquela que traz, com mais vivacidade e com mais objectividade, temas que são primordiais.»

Manuel Carvalho da Silva realçou ainda, na mensagem que gravou de apoio a João Ferreira, ser preciso um «alerta na sociedade portuguesa e acho que esta candidatura e este candidato colocam muito bem a questão de fundo, que é a necessidade de olhar a Constituição da República Portuguesa nas suas dimensões concretas». João Ferreira tem, pois, «condições para dar um contributo positivo que se reflicta no futuro do combate político da sociedade portuguesa», concluiu.




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