O estado de emergência de março restringiu liberdades, nomeadamente sindicais, e nós [CGTP-IN] nunca estivemos de acordo que fosse necessário.”

(Isabel Camarinha, Jornal de Notícias, 4.11.20)

 

Atualmente [nos EUA], um quarto dos senadores são mulheres e somam 23% na Câmara dos Representantes. Só 2% dos eleitos para as duas câmaras do Congresso vêm da classe trabalhadora. Minorias raciais e étnicas? Três senadores em cem são negros. Nas duas câmaras, todas as minorias somadas chegam a uns estonteantes 22%.”

(Maria João Marques, Público, 4.11.20)

 

Quando os lojistas de um país se preparam para as eleições como quem se prepara para um motim ou uma tempestade, é sinal de que as coisas vão muito mal. Mas foi exatamente isso que aconteceu nos Estados Unidos da América (…).”

(José Cabrita Saraiva, i, 4.11.20)

 

Quase dois em cada três [norte-americanos] dizem que há demasiada desigualdade e que são necessárias grandes mudanças no sistema económico.”

(Pedro Magalhães, Expresso, 7.11.20)

 

Para espanto de muitos, o PSD escolheu achar aceitável o tal partido ‘em muitos casos de extrema-direita’ [o Chega] para seu compagnon de route.”

(Ana Sá Lopes, Público, 7.11.20)

 

Trump é mais um sintoma grave da situação planetária em que vivemos, e que a pandemia veio intensificar, do que a origem de todos os males. É preciso escutar o mundo, mesmo os que achamos ignorantes ou idiotas, e incluí-los numa lógica de transformação, com políticas e respostas novas.”

(Vítor Belanciano, P2/ Público, 8.11.20)

 

Porque é que manter as famílias fechadas em casa durante as tardes de fim de semana é uma medida mais sensata, mais eficaz e de melhor economia do que uma contratação imediata, séria, não precária, de mais médicos e de mais enfermeiros para o Serviço Nacional de Saúde?”

(Pedro Tadeu, TSF, 9.11.20)

 

Tinha a certeza de que iria voltar [à Bolívia] – não pensei que fosse tão cedo.”

 

(Evo Morales, Público, 10.11.20)