Aconteu
Faleceu Cruzeiro Seixas

O poeta e artista plástico Cruzeiro Seixas, um dos nomes mais importantes do surrealismo no nosso País, faleceu no domingo, 8, em Lisboa.

Nascido na Amadora, Cruzeiro Seixas, que faria 100 anos no próximo dia 3 de Dezembro, deixa uma vasta obra com expressão em vários campos artísticos, desde desenho e pintura, à poesia e à escultura.

Considerado o último dos surrealistas portugueses - movimento liderado por Mário Cesariny em finais dos anos 40 do século XX, do qual fizeram parte nomes como António Maria Lisboa, Mário Henrique-Leiria, Carlos Calvet, entre outros -, Cruzeiro Seixas tem a sua obra representada em colecções de várias instituições como o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, Fundação Calouste Gulbenkian, Biblioteca Nacional ou Museu Machado de Castro.


Cinanima regressa em modo online

Cerca de 300 filmes, em competição e em retrospectiva, preenchem desde segunda-feira e até domingo o cartaz da 44.ª edição do Cinanima - Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho.

Canceladas as suas sessões presenciais devido ao contexto de COVID-19, o certame - o mais antigo festival de cinema de animação do País e um dos três mais antigos do mundo - decorre online.

Além de uma retrospectiva sobre a obra da cineasta e pintora francesa Florence Miailhe e outra sobre a última década do cinema de animação europeu, o programa inclui um ciclo de filmes que assinala os 75 anos do fim da II Guerra Mundial.


Colchas de Castelo Branco em Salamanca

Está patente ao público até 28 de Fevereiro de 2021, na Universidade de Salamanca, em Espanha, uma exposição de colchas em Bordado de Castelo Branco.

Chama-se «PONTOS.PT» e nela o visitante poderá ver exemplares daquela que é uma das expressões maiores da arte popular na região e no País: peças antigas, históricas, dos séculos XVII e XVIII, mas também peças bordadas mais modernas.

Comum a todas elas é a reconhecida originalidade, numa estética de onde sobressaem as cores e a luz dos fios de seda sobre o linho artesanal cru.


UNESCO anuncia capital Mundial do Livro 2022

Guadalajara foi nomeada Capital Mundial do Livro para 2022. O anúncio foi feito, dia 4, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), sendo a escolha justificada pela forma como a cidade mexicana desenvolve políticas em torno do livro, para desencadear mudanças sociais, combater a violência e construir uma cultura de paz.

São três os eixos estratégicos em que assenta o programa proposto para Guadalajara, que desde 1987 acolhe a Feira Internacional do Livro: recuperação de espaços públicos através de actividades de leitura; ligação social e coesão, através de oficinas de leitura e escrita para crianças; e reforço da identidade do bairro, através da narração de histórias e poesia de rua.

Os bens culturais da cidades (como bibliotecas, livrarias), a par da sua mundialmente conhecida feira internacional do livro, serão assim usados para promover os direitos, a igualdade, a cultura e a paz.


Amadora BD 2020 divulga vencedores

O álbum «Sentinel», de Luís Louro, foi distinguido como o Melhor Obra de Autor Português, do Festival de Banda Desenhada da Amadora, Amadora BD.

Entre os vencedores do certame da edição 2020, cujos nomes foram divulgados, dia 6, no auditório da colectividade Recreios da Amadora, está também Zé Nuno Fraga, com o Prémio Revelação, pelo álbum «A Assembleia das Mulheres», e Matthieu Bonhomme, com «O Homem que Matou Lucky Luke», que conquistou o Prémio de Melhor Obra Estrangeira de BD, editada em português.

Premiados foram ainda «Tequila Shots», de Claudio Yuge e Juan Burgos; «Desvio», de Ana Pessoa e Bernardo P. Carvalho; e «Mvsevm», de Javier Sáez Castán e Manuel Marsol.


«Surdina» vence três prémios na Catalunha

«Surdina», do realizador português Rodrigo Areias, venceu três prémios, incluindo o de melhor filme, na 32.ª edição do Festival Internacional de Cinema de Girona, em Espanha, anunciou dia 7 a organização.

A longa-metragem, com argumento do escritor Valter Hugo Mãe, foi distinguido ainda com o prémio de melhor banda sonora original, composta pelo guitarrista Tó Trips, e com o prémio de melhor fotografia, assinada por Jorge Quintela.



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