Todos [os hospitais privados] referiram que não tinham possibilidade de aceitar doentes com covid-19.”

(Luís Pisco, presidente da ARSLVT,
Jornal de Notícias, 29.10.20)

 

Mesmo sem pandemia a fome crónica estava a aumentar. Antes da covid-19 já se previa que, em 2030, 840 milhões de pessoas estivessem subalimentadas.”

(Título e pós-título, Público, 29.10.20)

 

 

Criámos um sistema em que para aceder a casa, as pessoas ficam dependentes de um crédito. Isso foi um erro enorme.”

(Tiago Mota Saraiva, i, 30.10.20)

 

O combate à pandemia não nos pode fazer esquecer que se a saúde é um bem fundamental, a liberdade e a democracia também o são.”

(David Pontes, Público, 29.10.20)

 

Há [nos EUA] um imposto federal sobre o rendimento desde 1913, um imposto federal sobre herança desde 1916, mas nunca houve algo como um imposto federal anual sobre as fortunas.”

(Thomas Piketty, Ípsilon/ Público, 30.10.20)

 

André Ventura não tolera o Papa Francisco porque os seus discursos e homilias são sistematicamente a favor dos fracos contra os fortes, a favor da fraternidade contra o egoísmo, a favor da inclusão e contra a exclusão.”

(Pedro Tadeu, TSF, 2.11.20)

 


“O excessivo foco dos media na covid pode vir a revelar-se um factor de risco, que poderá ser comparável ao risco já relevante da covid.”

(Arlindo Oliveira, Público, 2.11.20)

 

Nos anos 20 e 30 do século passado, de que se alimentou o fascismo? Da incapacidade da social-democracia (PS) em toda a Europa, mas especialmente na Alemanha, de dar resposta à crise económica que levou à miséria milhões de trabalhadores.”

(Mário Pires Miguel, Público, 3.11.20)

 

Desde a viragem do século que a exceção se tornou norma — isto é, que o novo normal é a exceção permanente.”

(Manuel Loff, Público, 3.11.20)