Frases
“O ar dos tempos é aquele que inclui movimentos de braços ao ar em reuniões partidárias aqui da aldeia, um secretário da Cultura de um país continental como o Brasil a recitar Goebbels ao som de Wagner, um Presidente dos EUA a passar a mão na cabeça de neonazis pois, afinal, há pessoas boas e más em qualquer movimento (discurso após Charlottesville).”
(Edson Athayde, Negócios, 29.1.20)
“Entre vítimas, perpetradores e cúmplices, Auschwitz envolveu toda a Europa: os nazis gasearam prisioneiros de guerra soviéticos, judeus e ciganos alemães, austríacos, checos, polacos, eslovacos, croatas, holandeses, franceses, belgas, gregos, italianos, húngaros.”
(Manuel Loff, Público, 30.1.20)
“Até 2018, as famílias entravam em incumprimento [do pagamento de dívidas] sobretudo devido ao desemprego. Agora, é a precariedade das condições de trabalho que as leva à sobreacumulação de créditos.”
(Natália Nunes, Correio da Manhã, 30.1.20)
“Informámos o lado israelita de que não haverá mais relações nem com ele nem com os Estados Unidos, incluindo de segurança. (…) Nunca aceitarei esta solução [o Acordo do Século de Trump]. Não ficarei para a História como aquele que vendeu Jerusalém.”
(Mahmud Abbas, presidente
da Autoridade Nacional Palestiniana,
Público, 2.2.20)
“Não há uma razão economicamente racional para que se aumente a idade da reforma.”
(Fred Block, sociólogo, Público, 3.2.20)
“Apenas porque uma empresa descobre que consegue pôr pessoas a transportar passageiros nos seus próprios carros não quer dizer que devamos deixá-la.”
(Idem, ibidem)
“O que acontece também é que muitos edifícios têm, por exemplo, os lugares para deficientes, mas depois estes não têm as dimensões necessárias ou as rampas de acesso. Acaba por ser enganoso.”
(Ana Luísa Sesudo, presidente
da Associação Portuguesa de Deficientes,
Correio da Manhã, 3.2.20)
“O ensino pré-escolar [de Português no Estrangeiro] é praticamente inexistente: sobrevivem apenas quatro horários (dois no Luxemburgo, um na Bélgica e outro nos Países Baixos). Quatro horários de ensino pré-primário, dentro dos 277 que ainda restam (…) não são propriamente uma vitória.”
(Teresa Duarte Soares, Público, 4.2.20)