Em concentrações realizadas na Direcção Nacional da PSP e na residência oficial do primeiro-ministro, a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia deu conta de grande revolta, instabilidade e desmotivação entre os polícias. No dia 30 de Setembro, a ASPP/PSP foi ali entregar cartas com reivindicações. Da DN, exige um papel mais interventivo e mais firme junto do Governo, pois «a instituição está de rastos, em termos de meios, efectivos e equipamento» e «a Direcção não se pode ficar por reuniões formais», como disse à Lusa o presidente da ASPP, Paulo Rodrigues.