Activistas espanholas na justiça por solidariedade com a Palestina

Em Espanha, três activistas solidárias com a causa palestiniana são alvo de um processo judicial movido pela justiça espanhola por recolherem fundos para o povo palestino.

LUSA


Em Espanha, três activistas solidárias com a causa palestina são alvo de um processo judicial movido pela justiça espanhola por recolherem fundos para o povo palestino.

Ángeles Maestro e mais duas companheiras são acusadas de «colaboração com organização terrorista», com base na recolha de fundos com destino à reconstrução de instalações de saúde destruídas pelo exército israelita, que além disso causou milhares de mortos e de feridos em 2014 e 2015.

Os donativos recolhidos foram entregues a representantes do povo palestiniano. No primeiro caso, à dirigente palestina Leila Khaled. No segundo caso, a representantes da Autoridade Nacional Palestiniana.

O pretexto apresentado para o processo judicial é a entrega de fundos a Leila Khaled – que nessa altura visitou diversas cidades espanholas, sendo inclusivamente recebida por representantes institucionais –, por a organização de resistência a que pertence, a Frente Popular para a Libertação da Palestina, ser considerada pela União Europeia uma «organização terrorista».

Lembra o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM) que «as activistas espanholas alvo de perseguição pelos seus actos de solidariedade merecem toda a simpatia e apoio dos amigos da causa palestina também em Portugal».




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